Profissionais de saúde se preparam para tratar pacientes suspeitos de ebola no Hospital Bikoro, na República Democrática do Congo. Foto: UNICEF/Naftalin

OMS convoca reunião de emergência sobre ebola em cidade congolesa

A Organização Mundial da Saúde (OMS) está convocando uma reunião de emergência nesta sexta-feira (18) para “considerar os riscos internacionais” do mais recente surto da doença mortal ebola, que agora avança para uma área urbana da República Democrática do Congo (RDC).

Um novo caso de doença pelo vírus ebola foi confirmado em Mbandaka, uma cidade com cerca de 1,2 milhão de habitantes, confirmou a OMS nesta quinta-feira (17), aumentando os temores de que, apesar da rápida resposta das autoridades, o surto não tenha sido contido.

Hospital de Ash Shifa, Gaza, em 11 de maio de 2018. Foto: OCHA

Serviços médicos de Gaza estão sobrecarregados e sem medicamentos, diz ONU

Equipes médicas em Gaza estão ficando sem materiais para atender os feridos, após o dia mais mortífero de protestos neste ano contra a ocupação realizados na fronteira com Israel, disseram agências da ONU na terça-feira (15).

Depois que 58 palestinos foram assassinados e outros 1,3 mil ficaram feridos por forças israelenses na segunda-feira, o porta-voz da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tarik Jasarevic, disse que medicamentos que salvam vidas eram “urgentemente necessários”.

Forças de paz da missão da ONU na República Centro-Africana (MINUSCA) em patrulha na capital do país, Bangui. Foto: ONU/MINUSCA

Fim da violência na República Centro-Africana ainda está distante, diz ONU

Na República Centro-Africana, o fim da violência e a garantia de estabilidade ainda são objetivos difíceis de serem alcançados, apesar dos esforços de diversos atores, disse um oficial sênior da ONU ao Conselho de Segurança.

O Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA) descreveu a República Centro-Africana como “um país frágil” devastado por anos de conflito e que enfrenta desafios estruturais e econômicos.

Venezuelanos desembarcam em Cuiabá - Foto: Silvia Sander/ACNUR

ONU Brasil apoia nova interiorização de cidadãos venezuelanos para Cuiabá

O governo federal levou mais 29 venezuelanas e venezuelanos de Boa Vista (RR) para Cuiabá (MT). O processo de interiorização de solicitantes de refúgio e migrantes vindos da Venezuela é uma das linhas de ações da Força Tarefa Humanitária em Roraima, apoiada pelo Sistema ONU no Brasil.

Com o voo desta terça-feira (15), já são 527 pessoas que foram levadas para as cidades de São Paulo, Manaus e Cuiabá.

O processo conta com o apoio técnico da Agência da ONU para Refugiados, da Organização Internacional para as Migrações e do Fundo de População das Nações Unidas.

Venezuelanos em atividade de registro administrativo promovido pelo governo da Colômbia e agências da ONU. Foto: ACNUR/Johanna Reina

Parceria entre Colômbia e ONU já incluiu quase 204 mil migrantes venezuelanos em cadastro nacional

Com pouco mais de um mês, programa de cadastramento mapeou tendências entre a população vinda da Venezuela. Dos migrantes já registrados, 23% são crianças e apenas 49% dos meninos e meninas em idade escolar estão estudando. A quase totalidade (98%) dos venezuelanos registrados não é afiliada ao sistema de saúde.

Cerca de nove em cada dez expressaram sua intenção de permanecer na Colômbia. Iniciativa tem apoio da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e da Organização Internacional para as Migrações (OIM).

A crise humanitária na Venezuela fez com que 1 milhão de pessoas cruzassem a fronteira para a Colômbia. Mais de 660 mil venezuelanos permanecem no país vizinho e 90% deles não sabem de onde virá sua próxima refeição. O Programa Mundial de Alimentos da ONU trabalha para fornecer alimentos aos migrantes – e precisa do apoio da comunidade internacional para garantir que todos sejam auxiliados. A agência fez um apelo por 46 milhões de dólares para apoiar cerca de 350 mil pessoas.

Programa Mundial de Alimentos pede apoio para venezuelanos na Colômbia; vídeo

A crise humanitária na Venezuela fez com que 1 milhão de pessoas cruzassem a fronteira para a Colômbia. Mais de 660 mil venezuelanos permanecem no país vizinho e 90% deles não sabem de onde virá sua próxima refeição.

O Programa Mundial de Alimentos da ONU trabalha para fornecer alimentos aos migrantes – e precisa do apoio da comunidade internacional para garantir que todos sejam auxiliados. A agência fez um apelo por 46 milhões de dólares para apoiar cerca de 350 mil pessoas.

OIM ajuda grupo de etíopes a retornar para casa. Migrantes decidiram deixar o Iêmen após chegar ao país. Foto: OIM

Migrantes no Iêmen vivem situação ‘terrível e desumana’, diz agência da ONU

Após visita ao Iêmen, o diretor de Operações e Emergências da Organização Internacional para as Migrações (OIM), Mohammed Abdiker, alertou nesta semana (8) que estrangeiros que chegam ao país vivem uma “situação desumana e terrível”. Em 2017, quase 100 mil indivíduos chegaram ao território iemenita, palco da “pior crise humanitária do mundo”, lembrou o especialista da agência da ONU.

Escombros na cidade de Maarat al-Numaan, na província de Idlib. Foto: UNICEF/Giovanni Diffidenti

‘Maratona do sofrimento’ na Síria está longe de acabar, alerta negociador da ONU

Os conflitos na Síria “não acabaram”, assim como a “maratona de sofrimento” para milhões de pessoas no país devastado pela guerra, afirmou um oficial humanitário sênior da ONU.

“Não acabou. Este é meu receio, que as pessoas pensem que o conflito chegou ao fim”, afirmou Jan Egeland, em meio a informações de que “milhares de pessoas” da área rural de Damasco estavam se preparando para ser evacuadas com destino a Idlib, no noroeste do país.

Grupo de jovens chega à Grécia pouco após o amanhecer. Foto: ACNUR/Mathias Depardon

Jovens refugiados cobram participação em novo pacto sobre migrações forçadas

Para Mohammed Badran, um sírio de 24 anos que encontrou segurança na Holanda, ser um refugiado não é uma identidade, mas uma experiência que pode ser usada para unir comunidades. O jovem participou de um encontro recente na sede da Agência das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR), em Genebra. O organismo lidera os diálogos e negociações de um novo pacto global para o acolhimento de refugiados.

Esperanza é uma designer de moda da República Democrática do Congo. Foto: ACNUR/Samuel Otieno

Estudo da ONU revela impacto positivo dos negócios de refugiados nas economias locais

Esperanza Tabisha, uma designer de moda refugiada da República Democrática do Congo (RDC), está confeccionando suas últimas criações em sua pequena loja no campo de refugiados de Kakuma, no noroeste do Quênia.

Esperanza faz parte de um estudo inovador da Corporação Financeira Internacional (CFI) e da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), segundo o qual muitos refugiados não são apenas receptores passivos de ajuda, mas contribuem para as atividades econômicas das comunidades locais.

Durante um surto anterior de ebola na República Democrática do Congo, em 2014, a ONU e funcionários do governo avaliaram a resposta à doença. Foto: MONUSCO/Jesus Nzambi (foto de arquivo)

OMS confirma novo surto de ebola na República Democrática do Congo e amplia resposta

Dois novos casos de ebola foram confirmados na República Democrática do Congo por cientistas do governo, levando a Organização Mundial da Saúde a ampliar imediatamente a sua resposta.

Os novos casos de ebola foram identificados nesta terça-feira (8) em uma área remota do noroeste do país, perto da cidade de Bikoro, perto do rio Congo.

A OMS designou funcionários dedicados e recursos em toda a agência para combater o surto, e liberou cerca de 1 milhão de dólares de seu fundo de emergência para apoiar os esforços nos próximos três meses e impedir a disseminação da doença.

Família de Dominica recebeu transferências em dinheiro na sequência do furacão Maria, que atingiu o país em setembro de 2017. Foto: PMA/Marianela González

ONU promoverá programas de transferência de renda para enfrentar crises humanitárias na América Latina e Caribe

Na América Latine e Caribe, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e o Programa Mundial de Alimentos (PMA) firmaram neste mês (3) uma parceria para aprimorar programas de transferência de renda em situações de emergência. Cooperação visa apoiar governos da região, preparando autoridades para implementar com rapidez sistemas que distribuem recursos para a população em crises humanitárias.

Estudante palestina dentro de sala de aula destruída por confrontos de 2014 em Gaza. Foto: UNICEF/El Baba

Crianças estão sendo fortemente afetadas por escalada de violência em Gaza, diz UNICEF

Enfatizando o impacto devastador da crise humanitária e da crescente violência contra crianças em Gaza, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) pediu que todas as partes com influência no conflito priorizem sua proteção.

“A escalada da violência em Gaza exacerbou o sofrimento de crianças cujas vidas já têm sido insuportavelmente difíceis há muitos anos”, disse Geert Cappelaere, diretor regional do UNICEF para Oriente Médio e Norte da África, em comunicado publicado nesta sexta-feira (4).

Em abril, venezuelanos desembarcaram em São Paulo no primeiro processo de interiorização apoiado por agências da ONU - Foto: Reynesson Damasceno/ACNUR

Com apoio do Sistema ONU no Brasil, segunda fase de interiorização leva venezuelanos para Manaus e São Paulo

O governo federal, com apoio do Sistema ONU no Brasil, realiza nesta sexta-feira (4) o segundo deslocamento de venezuelanos de Roraima para outros estados. As cidades de destino desta nova fase do processo de interiorização são Manaus (AM) e São Paulo (SP).

A iniciativa busca ajudar venezuelanos a procurar novas oportunidades em outras localidades do Brasil.

O trabalho tem apoio de três agências da ONU: a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), a Organização Internacional para as Migrações (OIM) e o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA).

Foto: Daniel Augusto Jr. / Ag. Corinthians

Corinthians fará alerta sobre crise humanitária na Síria em jogo no próximo domingo

Uma criança síria entregará a bola ao árbitro do jogo entre Corinthians e Ceará, na Arena Corinthians, no próximo domingo (6) às 11h, em São Paulo. A ação é organizada por Corinthians, Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e parceiros e levará a campo 18 crianças sírias e 26 refugiadas de outras nacionalidades vestindo a camisa “Time dos Povos”.

O objetivo é sensibilizar a sociedade sobre a dramática crise humanitária na Síria. O vice-campeão da 18ª edição do programa Big Brother Brasil, o sírio Kaysar, será o intérprete das crianças sírias que não falam português.

Mulheres e crianças aguardam ajuda em Cox's Bazar, Bangladesh, onde vivem 1 milhão de refugiados rohingya. Foto: OIM/Olivia Headon

Relatora da ONU alerta para escalada de violência em Mianmar

Alertando para uma forte escalada das hostilidades na província de Kachin, em Mianmar, uma especialista em direitos humanos da ONU pediu na terça-feira (1) que todas as partes garantam maior proteção aos civis.

Segundo a imprensa internacional, o conflito em Kachin envolve insurgentes que fazem parte da minoria que batiza o estado. Há anos o país enfrenta confrontos entre o governo central, dominado pela maioria budista, e diferentes grupos étnicos e religiosos.

Nesta semana, o Conselho de Segurança da ONU concluiu missão em Bangladesh e Mianmar, verificando de perto o sofrimento de centenas de milhares de refugiados rohingya que atravessaram a fronteira entre os dois países para escapar da violência.

Um jovem sírio carrega seu irmão pela fronteira entre a Grécia e a Macedônia, próxima a Idomeni. Foto: ACNUR / A. Zavallis

Agência da ONU cobra que Grécia melhore recepção de refugiados no nordeste do país

O Centro de Recepção e Identificação da cidade de Fylakio, o único na região de Evros, no nordeste do país europeu, tem capacidade para 240 pessoas e está superlotado. No mês passado, cerca de 2,9 mil famílias sírias e iraquianas chegaram à região. A falta de espaço levou as autoridades a colocar refugiados e migrantes, incluindo crianças, em instituições policiais de detenção. Situação preocupa a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

Venezuelanos em abrigo nos arredores de Cúcuta, na Colômbia. Foto: ACNUR/Paul Smith

ONU pede US$ 46 mi para alimentar 350 mil venezuelanos na Colômbia

Verba permitirá a implementação de um programa de assistência de oito meses, ao longo dos quais o Programa Mundial de Alimentos das Nações Unidas (PMA) fornecerá assistência para os venezuelanos, especialmente mulheres e crianças, vivendo em abrigos temporários. O organismo internacional também dará apoio emergencial a projetos de alimentação escolar e auxiliará as famílias de migrantes a se integrar nas comunidades anfitriãs.

Venezuelanos caminham pela estrada de Pacaraima até Boa Vista, capital de Roraima. Aqueles que não podem pagar o transporte público fazem a viagem de mais de 200 quilômetros a pé. Foto: ACNUR/Reynesson Damasceno

Mais da metade dos migrantes venezuelanos não quer ficar no Brasil, diz OIM

A maioria dos venezuelanos que cruzam a fronteira com o Brasil é homem e tem entre 25 e 49 anos. Mais da metade diz que espera seguir para o sul do continente, especialmente para Argentina e Chile. Cerca de dois terços citam razões econômicas ou laborais como principais razões para a viagem; cerca de um quinto afirma que sua motivação foi a falta de alimentos e de serviços médicos.

Essas são algumas das conclusões de estudo divulgado nesta sexta-feira (27) pela Organização Internacional para as Migrações (OIM) com informações sobre o fluxo de venezuelanos a Roraima. A pesquisa mostrou também que 28% dos venezuelanos entrevistados sofreram violência verbal, física ou sexual no Brasil.

Comboio na Síria - Foto: UNICEF

Síria: continuidade do conflito tem enorme impacto sobre civis, diz ONU

Apesar da exigência do Conselho de Segurança para o fim das hostilidades na Síria, civis no país devastado pela guerra continuam a sofrer com a intensa atividade militar de diferentes atores do conflito, informou o coordenador de ajuda de emergência das Nações Unidas, Mark Lowcock.

O pronunciamento ocorreu após a divulgação de um suposto ataque químico na cidade de Duma, no noroeste de Damasco, capital do país.

Deslocadas de Ghouta Oriental, muitas famílias sírias estão usando lençóis do ACNUR para instalar tendas improvisadas no abrigo do complexo de eletricidade de Adra, na zona rural de Damasco. Foto: ACNUR/Bassam Diab

Doadores prometem US$ 4,4 bilhões para atender necessidades da Síria

Participantes de uma importante conferência de doadores da União Europeia e da ONU prometeram na quarta-feira (25) 4,4 bilhões de dólares em 2018 para atender as necessidades dos sírios que foram forçados a deixar suas casas em mais de sete anos de guerra, bem como dos principais países que acolheram refugiados na região.

As necessidades humanitárias em toda a região são espantosas, segundo a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR). Apesar do apoio generoso dos países anfitriões, cerca de 80% dos refugiados da Síria estão vivendo abaixo da linha da pobreza em alguns países, e 35% das crianças refugiadas estão fora da escola.

Refugiados sírios em assentamento informal no Líbano. Foto: ACNUR/I. Prickett

Falta de financiamento coloca em risco ajuda a refugiados sírios, alerta ONU

A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) atualmente oferece assistência em dinheiro às famílias sírias refugiadas mais vulneráveis ​​— principalmente na Jordânia e no Líbano — para ajudá-las a cobrir os custos com moradia, aquecimento, saúde e outros itens essenciais. No entanto, com a previsão do fim do atual financiamento do ACNUR e de outros programas de assistência financeira da ONU a partir de maio, quase 1 milhão de pessoas correm o risco de perder essa assistência vital.

Sufia Khatun, de xale branco, senta-se com sua família Nur Begum, de 20, Mohammad Hossen, o filho de três anos e meio de Nur, Fatema Khatun, de 12, e Omar Faruq, de 8, em seu abrigo em Kutupalong, Bangladesh. Foto: ACNUR/Roger Arnold

Viúvas refugiadas rohingya lutam para cuidar de suas famílias em Bangladesh

Em uma cabana coberta de plástico perto de um esgoto a céu aberto, a viúva refugiada rohingya Sufia Khatun está fazendo o possível para cuidar da família. Seu marido, Nur Mohammad, foi morto quando, em agosto do ano passado, investigava a origem de uma fumaça ao redor de sua aldeia em Mianmar. Depois de ser forçada a fugir para Bangladesh, ela agora tem que cuidar de cinco filhos e um neto sozinha.

Desde agosto de 2017, mais de 687 mil refugiados chegaram em Bangladesh após serem forçados a fugir de Mianmar. Sufia, de 48 anos, está entre as 31 mil mulheres refugiadas que agora são chefes de família, muitas delas viúvas cujos maridos foram mortos ou estão desaparecidos. O relato é da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

A produção de grãos na Coreia do Norte tem sido severamente prejudicada pela seca prolongada. Foto: FAO/Cristina Coslet

ONU precisa de US$111 mi para salvar vidas e combater desnutrição na Coreia do Norte

As Nações Unidas e seus parceiros precisam urgentemente de 111 milhões de dólares para oferecer ajuda humanitária a milhões de pessoas na Coreia do Norte, incluindo crianças cujo crescimento foi prejudicado pela desnutrição.

“A assistência humanitária é vital para milhões de pessoas comuns que vivem na Coreia do Norte”, disse o coordenador-residente da ONU no país, Tapan Mishra. “No entanto, o financiamento vem diminuindo rapidamente a cada ano, atingindo menos de um terço do valor necessário para os programas humanitários”, acrescentou.

Faiza (centro), de 31 anos, da aldeia de Manono na província de Tanganyika, faz parte de um grupo de mulheres congolesas que criou um espaço para deslocados internos na escola primária EP Moni, em Kalemie. Foto: ACNUR/Colin Delfosse

Agências da ONU, Estados-membros e parceiros lançam plano para apoiar deslocados internos

À medida que as crises se multiplicam em todo o mundo e milhões de pessoas são deslocadas dentro das fronteiras de seus países por conflitos armados, violência generalizada ou violações de direitos humanos, um grupo de Estados, agências da ONU e parceiros renovou seu compromisso para trabalhar de forma colaborativa.

Nesse sentido, foi lançado na terça-feira (17) em Genebra, na Suíça, um Plano de Ação para Avanço da Prevenção, Proteção e Soluções para Deslocados Internos (2018-2020). A iniciativa propõe ações concretas para facilitar e fortalecer a participação dos deslocados internos nas decisões que lhes dizem respeito e ampliar as leis e políticas nacionais sobre o tema.

Bolsistas de 2017 do Programa para Jornalistas Memorial Reham Al-Farra com o secretário-geral da ONU, António Guterres. Foto: ONU

ONU oferece bolsa para jovens jornalistas cobrirem eventos em Nova Iorque; prazo é 7 de maio

O Departamento de Informação Pública das Nações Unidas (DPI) abriu vagas para o Programa de Bolsas para Jornalistas Memorial Reham Al-Farra (RAF), que leva repórteres para cobrir o debate anual da Assembleia Geral em Nova Iorque. Esse ano, o Programa acontecerá de 16 de setembro a 6 de outubro. A ONU pagará as passagens de ida e volta para Nova Iorque e fornecerá diárias para cobrir despesas com alimentação e acomodação.

Venezuelanos que vivem na Praça Simón Bolívar, em Boa Vista, fazem fila para receber alimentos fornecidos por membros da comunidade local. Foto: ACNUR/Reynesson Damasceno

Universidade de Roraima e agências da ONU inauguram centro de serviços para refugiados e migrantes

A Universidade Federal de Roraima (UFRR) e agências da ONU no Brasil inauguram nesta sexta-feira (20/04), em Boa Vista, um centro de referência voltado para o atendimento de pessoas refugiadas e migrantes. O objetivo do centro é prestar serviços de orientação, proteção e integração aos cidadãos venezuelanos e de outras nacionalidades que chegam ao estado de Roraima, além de atividades para a comunidade local. Cedido pela UFRR, o espaço funcionará no campus da universidade e não será destinado ao abrigamento de pessoas.

Enquanto a temporada de monções se aproxima, trabalhadores têm pressa para pavimentar a principal estrada que corta o maior campo de refugiados do mundo hoje: Kutupalong, em Bangladesh, que abriga mais de 570 mil refugiados. As obras, financiadas pela Agência da ONU para os Refugiados (ACNUR) em estreita cooperação com o governo de Bangladesh, são vitais para que as agências humanitárias possam alcançar as pessoas que precisam de ajuda imediata. Foto: ACNUR

No maior campo de refugiados do mundo, ONU se antecipa à temporada de monções

Enquanto a temporada de monções se aproxima, trabalhadores têm pressa para pavimentar a principal estrada que corta o maior campo de refugiados do mundo hoje: Kutupalong, em Bangladesh, que abriga mais de 570 mil refugiados.

As obras, financiadas pela Agência da ONU para os Refugiados (ACNUR) em estreita cooperação com o governo de Bangladesh, são vitais para que as agências humanitárias possam alcançar as pessoas que precisam de ajuda imediata. Confira no vídeo.

Muzoon Almellehan, embaixadora da Boa Vontade do UNICEF. Foto: ACNUR/Susan Hopper

Não posso ser feliz sem ver todas as crianças do mundo com acesso à educação de qualidade, diz ativista síria

Muzoon Almellehan deixou a Síria há cinco anos. Na Jordânia, a jovem se tornou uma defensora dos direitos dos refugiados à educação. Seu ativismo lhe rendeu o título de embaixadora do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF). Neste mês, a refugiada esteve em Genebra para um encontro de governos e organizações internacionais, onde pediu que o ensino seja uma das prioridades do novo Pacto Global sobre Refugiados.

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, durante encontro no Conselho de Segurança sobre a Síria. Foto: ONU/Manuel Elias

‘Não há solução militar para o conflito na Síria’, diz António Guterres

Secretário-geral da ONU comentou recentes relatos de ataques aéreos promovidos por Estados Unidos, França e Reino Unido: “Existe uma obrigação, particularmente quando se trata de questões de paz e segurança, de agir de forma consistente com a Carta das Nações Unidas e com o direito internacional em geral”.

“A Carta da ONU é muito clara sobre essas questões. O Conselho de Segurança é o principal responsável pela manutenção da paz e segurança internacionais”, disse Guterres, que voltou a pedir estabelecimento de mecanismo independente para investigar uso de armas químicas no conflito em curso, que entra em seu oitavo ano.