PNUD e Ministério do Meio Ambiente apoiam evento internacional sobre condições de vida no semiárido

Semiárido brasileiro é habitado por cerca de 23 milhões de pessoas, contingente que corresponde a 34% de todos os moradores do Nordeste e a 12% da população do Brasil. Segurança alimentar, produção, uso de recursos hídricos e papel da mulher em comunidades de clima seco foram tema de seminário no Centro Xingó, na divisa de Alagoas e Sergipe.

Riscos ambientais enfrentais por moradores do semiárido foram tema de encontro internacional de especialistas apoiado pelo PNUD. Foto: PNUD Brasil/Tiago Zenero

Riscos ambientais enfrentais por moradores do semiárido foram tema de encontro internacional de especialistas apoiado pelo PNUD. Foto: PNUD Brasil/Tiago Zenero

O semiárido brasileiro é habitado por cerca de 23 milhões de pessoas, contingente que corresponde a 34% de todos os moradores do Nordeste e a 12% da população do Brasil. Para debater os riscos ambientais enfrentados pelos que residem nessa região, um seminário internacional reuniu dos dias 3 a 4 de novembro especialistas, técnicos, estudantes e instituições de pesquisa no Centro Xingó, localizado na divisa entre Alagoas e Sergipe.

Apoiado por uma parceria entre o Ministério do Meio Ambiente e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), o evento debateu pautas como a produção em ambientes de clima seco, segurança alimentar, uso hidroagrícola do canal do sertão e o protagonismo das mulheres em comunidades do semiárido.

A iniciativa foi a 3ª edição do Seminário Internacional de Convivência com o Semiárido. Governo e Nações Unidas apoiam ainda a realização de um curso sobre a mesma temática, que acontece até 25 de novembro.

“As duas atividades visam à discussão de políticas públicas e formação de multiplicadores em manejo sustentável de terras”, explica a oficial de programas da Unidade de Desenvolvimento Sustentável do PNUD, Rose Diegues. A capacitação abordará atividades de negócios e a integração entre o campo e a cidade. Outros destaques incluem a biodiversidade da Caatinga e a educação no meio rural.