Participação brasileira em missão de paz da ONU no Haiti chega ao fim

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Todos os 816 militares do Exército, da Marinha e da Força Aérea Brasileira (FAB) que estavam na Missão das Nações Unidas para Estabilização do Haiti (MINUSTAH) retornaram ao Brasil. O terceiro e último voo chegou na madrugada de terça-feira (26) a São Paulo (SP), trazendo também 72 militares da Companhia de Engenharia Paraguaia. Com o regresso do contingente, chega ao fim a participação do Brasil na MINUSTAH.

Nova missão da ONU no Haiti sucederá MINUSTAH e terá pouco mais de mil policiais em seu efetivo. Foto: ONU/Marco Dormino

Nova missão da ONU no Haiti sucederá MINUSTAH e terá pouco mais de 1 mil policiais em seu efetivo. Foto: ONU/Marco Dormino

Todos os 816 militares do Exército, da Marinha e da Força Aérea Brasileira (FAB) que estavam na Missão das Nações Unidas para Estabilização do Haiti (MINUSTAH) retornaram ao Brasil.

O terceiro e último voo chegou na madrugada de terça-feira (26) a São Paulo (SP), trazendo também 72 militares da Companhia de Engenharia Paraguaia.

Com o regresso do contingente, chega ao fim a participação do Brasil na MINUSTAH. Um dos desafios encarados pelos militares do último batalhão foi a passagem do furacão Irma. Classificado inicialmente como de categoria 5, o fenômeno devastou áreas do Caribe e dos Estados Unidos.

Para os soldados que retornam ao país, a sensação é de dever cumprido. “Nunca mais vou esquecer o Haiti. A missão foi incrível, entre ajudas humanitárias, patrulhas e furacões, vivemos de tudo um pouco”, disse o soldado José Gabriel Meritello do Carmo.

Comandante da Ala 13, o coronel aviador Kennedy Fernandes Ferreira enfatizou que o sucesso do emprego da tropa da FAB no Haiti foi fruto de dedicação e preparo profissional.


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