Organização Pan-Americana de Saúde e Ministério da Saúde debatem discriminação racial no Brasil

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O objetivo foi discutir e refletir sobre as relações de racismo, misoginia, intolerância religiosa e outros preconceitos dentro da sociedade brasileira. Em 21 de março foi marcado o Dia Internacional contra a Discriminação Racial, criado pela Assembleia Geral da ONU em alusão ao massacre de Sharpeville, em 1960, na África do Sul.

Racismo, misoginia e intolerância religiosa foram discutidos no Dia Internacional contra a Discriminação Racial. Foto: Ministério da Saúde

Racismo, misoginia e intolerância religiosa foram discutidos no Dia Internacional contra a Discriminação Racial. Foto: Ministério da Saúde

Para celebrar o Dia Internacional contra a Discriminação Racial – criado pela Assembleia Geral da ONU em alusão ao massacre de Sharpeville, em 1960, na África do Sul – a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS/OMS), com o apoio da Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa do Ministério da Saúde do Brasil (SGEP/MS), realizou na segunda-feira (21) uma atividade destinada aos seus funcionários e colaboradores.

O objetivo foi discutir e refletir sobre as relações de racismo, misoginia, intolerância religiosa e outros preconceitos dentro da sociedade brasileira.

A atividade foi realizada numa tenda especialmente construída para a ocasião intitulada Carolina Maria de Jesus, onde se desenvolveu uma roda de conversa conduzida pelo Departamento de Apoio à Gestão Participativa da SGEP (DAGEP/SGEP). Participaram militantes, representantes de religiões de matriz africana, do movimento de articulação de nacional de pescadores, de representação cigana e do Ministério.

“Precisamos escrever a história brasileira a partir do lugar de luta pela igualdade, pela cidadania e também pela luta de gênero e raça e para dar visibilidade a esse processo. Precisamos resgatar histórias como estas que foram contadas aqui, como histórias de vida, histórias de visibilidade brasileiras para a construção desse Brasil Plural, desse Brasil diverso que luta em defesa da democracia e que não aceita racismos e discriminações”, afirmou a diretora de Apoio à Gestão Participativa do Ministério da Saúde, Kátia Souto.

Saiba mais sobre o evento clicando aqui.


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