OPAS e Ministério da Saúde divulgam vencedores do Prêmio APS Forte para o SUS

A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e o Ministério da Saúde do Brasil divulgaram nesta terça-feira (29), em Brasília (DF), as três experiências vencedoras do “Prêmio APS Forte para o SUS: Acesso Universal”.

O Prêmio foi lançado no dia 5 de abril pela OPAS e o Ministério da Saúde durante um evento para marcar o Dia Mundial da Saúde, lembrado anualmente em 7 de abril, e recebeu mais de 1,2 mil inscrições de todos os estados brasileiros.

A premiação tem como objetivo identificar, dar visibilidade, reconhecer e promover iniciativas municipais, estaduais ou regionais que tenham como foco a melhoria da atenção primária à saúde (APS). Confira os ganhadores.

As três experiências ganhadoras foram selecionadas por um júri especial de convidados dentre 11 práticas finalistas. Foto: Darko Stojanovic/CC.

As três experiências ganhadoras foram selecionadas por um júri especial de convidados dentre 11 práticas finalistas. Foto: Darko Stojanovic/CC.

A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e o Ministério da Saúde do Brasil divulgaram nesta terça-feira (29), em Brasília (DF), as três experiências vencedoras do “Prêmio APS Forte para o SUS: Acesso Universal”.

A premiação, que contou com mais de 1,2 mil inscrições de todos os estados brasileiros, tem o objetivo de identificar, dar visibilidade, reconhecer e promover iniciativas municipais, estaduais ou regionais que tenham como foco a melhoria da atenção primária à saúde (APS), principalmente em relação ao acesso.

As experiências ganhadoras são:

  • Menina do Laço de Fita: a ternura como essência, a luta como princípio e o empoderamento como estratégia para a cidadania (Abaetetuba/Pará). Autores: Kellen da Costa Barbosa, Laurindo Campos de Lima e Maria Lucilene Ribeiro das Chagas.
  • Papel do Protocolo da Enfermagem no Processo de Acolhimento e Primeira Consulta para zerar as filas na Atenção Primária em Saúde (Jaraguá do Sul/Santa Catarina). Autores: Silvia Regina Curty Bonatto, Priscila Sttefani e Rosana Mara da Silva.
  • Os desafios da implementação de ações em Promoção de Saúde no cenário escolar: relato de experiência de um Grupo de Crianças no Salgueiro (Rio de Janeiro/Rio de Janeiro). Autores: Daniel Trindade Araujo do Espírito Santo, Helena Fernandes Ferraz e Victoria Mey Carmo Pereira.

Sobre o júri

As experiências ganhadoras foram selecionadas por um júri especial de convidados dentre as 11 práticas finalistas, anteriormente escolhidas por um comitê técnico integrado por representantes dos Conselhos de Secretários Estaduais de Saúde e das Secretarias Municipais de Saúde (CONASS e CONASEMS), do Conselho Nacional de Saúde (CNS), do Ministério da Saúde e da OPAS.

Compuseram o júri especial: Claudia Collucci, colunista da Folha de S. Paulo; Mara Régia, jornalista da Rádio Nacional; Lígia Formenti, repórter do Estado de S. Paulo; Lise Alves, correspondente da revista The Lancet; Chico Pinheiro, apresentador da TV Globo; Drauzio Varella, médico; Luiz Fara Monteiro, jornalista da TV Record; e Alan Ferreira da TV Globo.

Sobre a premiação

Foto: Ministério da Saúde | Erasmo Salomão.

Foto: Ministério da Saúde | Erasmo Salomão.

Os três trabalhos vencedores serão premiados com uma viagem de estudo para conhecer uma experiência internacional, a ser indicada pela OPAS, de organização de rede de atenção à saúde centrada na atenção primária.

Além disso, todas as experiências aprovadas e recomendadas pelo comitê técnico, 135 ao todo, foram descritas na publicação NavegadorSUS, editada pelo Ministério da Saúde e OPAS.

O “Prêmio APS Forte para o SUS: Acesso Universal” foi lançado no dia 5 de abril pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) em parceria com o Ministério da Saúde do Brasil, durante um evento para marcar o Dia Mundial da Saúde, lembrado em 7 de abril.

Importância da atenção primária à saúde

Evidências científicas internacionais têm comprovado que um sistema de saúde baseado em uma atenção primária à saúde forte oferece melhores resultados, eficiência, menores custos e maior qualidade de atendimento em comparação com outros modelos.

A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) considera uma APS Forte aquela que conta com unidades de saúde acessíveis aos cidadãos que precisam de atendimento; que oferece um conjunto amplo e atualizado de procedimentos diagnósticos e terapêuticos; que está preparada para lidar com os problemas de saúde mais prevalentes da população sob sua responsabilidade; e também está apta a coordenar o cuidado dos usuários que precisem ser encaminhados para outros níveis de atenção do sistema de saúde.