ONU: pessoas com Síndrome de Down precisam influenciar mais políticas e ações do governo

Evento especial da ONU para marcar o Dia Mundial da Síndrome de Down, celebrado nessa semana (21), destacou a necessidade de pessoas a síndrome influenciarem as decisões políticas e serem plenamente incluídas na sociedade.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, a síndrome de Down é um arranjo cromossômico que ocorre naturalmente e que sempre foi parte da condição humana, existindo em todas as regiões do mundo. Foto: UNICEF/Dormino

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, a síndrome de Down é um arranjo cromossômico que ocorre naturalmente e que sempre foi parte da condição humana, existindo em todas as regiões do mundo. Foto: UNICEF/Dormino

O evento especial da ONU para marcar o Dia Mundial da Síndrome de Down, celebrado nessa semana (21), destacou a necessidade de pessoas com a síndrome influenciarem as decisões políticas e serem plenamente incluídas na sociedade.

“O que precisamos ver é uma mudança de paradigma. Precisamos compreender que as pessoas com síndrome de Down têm contribuições valiosas para a sociedade. Até isso acontecer, sempre ocorrerão bloqueios para elas entrarem na escola, obterem atenção médica adequada e viverem de forma independente”, disse o diretor da organização ‘Down’s Syndrome International’, Andrew Boyd.

Palestrantes do evento afirmaram que pessoas com a síndrome podem precisar de apoio adicional em áreas específicas, como saúde, educação, trabalho e acomodações, o que destaca a importância de eles influenciarem diretamente na formação e implementação de políticas que cobrem essas e outras questões.

O evento especial foi organizado pela ‘Down’s Syndrome International’ e promovido por diversas missões permanentes de Estados-membros da ONU – incluindo o Brasil –, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), agências internacionais e organizações não governamentais.

Em 2011, a Assembleia Geral da ONU declarou 21 de março como Dia Mundial da Síndrome de Down.

O órgão convida os Estados-membros, agências das Nações Unidas, organizações internacionais, sociedade civil, ONGs e setor privado a marcar o dia para aumentar a conscientização do público sobre a condição.