ONU Mulheres: Renner amplia compromisso a favor da igualdade de gênero e empoderamento feminino

Signatária dos Princípios pelo Empoderamento das Mulheres desde 2013, a empresa estendeu o seu apoio ao propor melhorar a questão de equidade de gênero dentro de toda a sua cadeia de valor.

Os sete Príncipio pelo Empoderamento das Mulheres ajuda a comunidade empresarial a incorporar, em seus negócios, valores e práticas para a igualdade de gênero e empoderamento feminino. Foto: GOVBA/Elói Corrêa

Os sete Príncipio pelo Empoderamento das Mulheres ajuda a comunidade empresarial a incorporar, em seus negócios, valores e práticas para a igualdade de gênero e empoderamento feminino. Foto: GOVBA/Elói Corrêa

Elaborados e difundidos pela ONU Mulheres e o Pacto Global das Nações Unidas, os sete Princípios pelo Empoderamento das Mulheres ajudam a comunidade empresarial a incorporar, em seus negócios, valores e práticas que visem à equidade de gênero e o empoderamento das mulheres. Signatária dos Princípios desde 2013, a empresa varejista de moda Renner ampliou nesta quarta-feira (07) o seu apoio a este compromisso.

Em encontro oficial com a representante da ONU Mulheres no Brasil, Nadine Gasman, o diretor-presidente da Lojas Renner, José Galló, comprometeu-se a desenvolver um projeto de trabalho para melhorar a questão da equidade de gênero em toda a sua cadeia de valor, compartilhando os valores da companhia e reforçando a importância do empoderamento feminino.

“A Lojas Renner tem como proposição de valor ser cúmplice da mulher moderna, não apenas de suas clientes, mas de todas as mulheres envolvidas em seus processos, internos e externos. Acreditamos na importância do empoderamento feminino para a construção de uma sociedade mais igualitária”, explicou José Galló.

Atualmente, mais da metade (55,7%) dos cargos de liderança da Renner é ocupado por mulheres e, na diretoria, este percentual já é de 30%. O Conselho de Administração da companhia também conta com uma representante feminina. “Queremos, inclusive, estimular a nossa cadeia de fornecedores a desenvolver práticas de empoderamento feminino pois, com base em nossa experiência interna, podemos comprovar para nossos parceiros que esta é uma política com alto potencial de assertividade”, afirmou o diretor.