ONU Mulheres lamenta morte de pesquisadora feminista no Brasil

Em nota divulgada nesta quinta-feira (9), a ONU Mulheres manifesta pesar pelo falecimento da panamenha Mireya Suarez, professora aposentada do Departamento de Antropologia da Universidade de Brasília (UnB). A docente faleceu em 7 de maio, na capital federal. A agência das Nações Unidas lembrou as contribuições da acadêmica para a consolidação do campo teórico feminista no Brasil.

Mireya Suarez era panamenha e faleceu no último 7 de maio, aos 80 anos, em Brasília (DF). Foto: Arquivo pessoal

Mireya Suarez era panamenha e faleceu no último 7 de maio, aos 80 anos, em Brasília (DF). Foto: Arquivo pessoal

Em nota divulgada nesta quinta-feira (9), a ONU Mulheres manifesta pesar pelo falecimento da panamenha Mireya Suarez, professora aposentada do Departamento de Antropologia da Universidade de Brasília (UnB). A docente faleceu em 7 de maio, na capital federal. A agência das Nações Unidas lembrou as contribuições da acadêmica para a consolidação do campo teórico feminista no Brasil.

“Como professora e pesquisadora, Mireya Suarez distinguiu-se pela produção de sólidos estudos sobre gênero e direitos das mulheres, colaborando significativamente para a composição e a consolidação do campo teórico feminista no país e a formação de gerações de pesquisadoras, pesquisadores e ativistas”, afirmou a representante interina da ONU Mulheres no Brasil, Ana Carolina Querino.

A acadêmica também foi colaboradora do antigo Fundo das Nações Unidas para o Desenvolvimento da Mulher, conhecido pela sigla UNIFEM, trabalhando nas áreas de gênero e migrações no escritório da organização para o Brasil e o Cone Sul. A instituição foi uma das instâncias que deu origem à atual ONU Mulheres.

Na UnB, Mireya atuou pela reconstrução do Núcleo de Estudos Antropológicos e pela fundação do Núcleo de Estudos e Pesquisa sobre a Mulher (NEPEM).

“Por sua intensa produção acadêmica com foco na antropologia e em estudos feministas, Mireya Suarez deixa um legado teórico a ser valorizado não somente no Brasil ou no Panamá, país natal, mas para os demais países da América Latina e gerações de pesquisadoras e pesquisadores de todo o mundo”, completa a nota da ONU Mulheres.


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