ONU Mulheres e parceiros criam Comitê Brasil ElesPorElas em apoio a igualdade de gênero

Representantes do governo, empresas públicas e privadas, academia e sociedade civil atuarão na sensibilização da sociedade brasileira, no engajamento da plataforma global http://www.heforshe.org/pt e em ações inovadoras para a igualdade de gênero.

Comitê Nacional Impulsor Brasil ElesPorElas é criado durante adesão da Itaipu Binacional, em Foz do Iguaçu. Foto: ONU Mulheres

Comitê Nacional Impulsor Brasil ElesPorElas é criado durante adesão da Itaipu Binacional, em Foz do Iguaçu. Foto: ONU Mulheres

O Movimento ElesPorElas (HeForShe) de Solidariedade da ONU Mulheres pela Igualdade de Gênero busca apoio de governos, empresas, universidades, sociedade civil, homens públicos e mídia, com o objetivo de mobilizar um bilhão de homens e meninos de todo o mundo em defesa dos direitos de mulheres e meninas e promover transformações em empresas, governos e universidades com a perspectiva de gênero.

Criado em 25 de junho de 2015, em Foz do Iguaçu, o Comitê Nacional Impulsor Brasil ElesPorElas (HeForShe) colaborará para a realização de ações em favor do movimento, atuando como grupo ad hoc, por meio da troca de experiências e atividades de impacto, para ampla mobilização de homens e meninos para o movimento.

“Como um movimento de solidariedade, ElesPorElas se constitui pela espontaneidade de apoio e interesse em somar ao debate, à mobilização e ao trabalho pela igualdade de gênero. Nossas parceiras e parceiros têm identidade com essa causa e poderemos avançar, no Brasil, no enfrentamento às desigualdades de gênero e raça que vulnerabilizam as mulheres e meninas, sobretudo da perspectiva racial”, explica a representante da ONU Mulheres Brasil, Nadine Gasman.

Um grupo com representantes do governo, empresas públicas e privadas, academia e sociedade civil, atuará na sensibilização da sociedade brasileira, no engajamento da plataforma global http://www.heforshe.org/pt e em ações inovadoras para a igualdade de gênero.

“Estamos diante de uma janela histórica para que o empoderamento de mulheres e meninas realmente possa acontecer, nos próximos 15 anos, e isso depende de consciência pública, prática cotidiana, investimentos e muito trabalho para eliminar as barreiras que separam mulheres de homens e meninas de meninos”, completa Gasman.