ONU incentiva universitários do Amazonas a se candidatar para vagas na Organização

As possibilidades que os profissionais brasileiros têm de entrar e seguir carreira na ONU e a relação entre desenvolvimento e direitos humanos foram os temas de duas palestras realizadas pelo diretor do Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio), Maurizio Giuliano, no fim de abril (25) na Universidade Federal do Amazonas (UFAM), em Manaus (AM).

A jornada dedicada à ONU, organizada pela UFAM junto ao UNIC Rio, reuniu estudantes de diferentes cursos, entre eles, Direito, História e Economia.

“Temos que abolir o mito de que a ONU é só para pessoas que estudaram Relações Internacionais”, disse o diretor na primeira palestra, parte da iniciativa “Brasileiros na ONU”, cujo objetivo é incentivar jovens do país a se candidatar para posições na Organização.

Este slideshow necessita de JavaScript.

As possibilidades que os profissionais brasileiros têm de entrar e seguir carreira na ONU e a relação entre desenvolvimento e direitos humanos foram os temas de duas palestras realizadas pelo diretor do Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio), Maurizio Giuliano, no fim de abril (25) na Universidade Federal do Amazonas (UFAM), em Manaus (AM).

A jornada dedicada à ONU, organizada pela UFAM junto ao UNIC Rio, reuniu estudantes de diferentes cursos da UFAM, entre eles, Direito, História e Economia.

“Temos que abolir o mito de que a ONU é só para pessoas que estudaram Relações Internacionais”, disse o diretor na primeira palestra, parte da iniciativa “Brasileiros na ONU”, cujo objetivo é incentivar jovens do país a se candidatar para posições na Organização.

Giuliano declarou que economistas, juristas, psicólogos e especialistas em informática, entre outros, podem encontrar oportunidades de trabalho nas Nações Unidas. Ele disse ser importante aprender outra língua além do português e ter experiências relevantes de trabalho anteriormente.

“Aqui em Manaus, há refugiados e migrantes para ajudar, além de muitas ONGs ambientais”, disse, como exemplos de experiências relevantes de trabalho.

Uma das estudantes disse já ter atuado como voluntária para a organização Cáritas na cidade, apoiando a acolhida de refugiados. Outro universitário declarou ter se engajado em ações de defesa dos direitos humanos.

“Estas são justamente experiências de trabalho – voluntariado ou estágio – que enriquecem o perfil do profissional”, disse Giuliano.

Ele lembrou, contudo, que experiência em trabalhos no exterior também são um diferencial. “Para quem tiver a oportunidade, fazer um estágio, voluntariado ou trabalhar fora do país pode tornar seu currículo ainda mais atrativo”.

Na segunda palestra, Giuliano explicou os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e a Agenda 2030. “A Agenda 2030 não pertence à ONU, e tampouco pertence aos governos”, declarou.

“Todos nós devemos nos beneficiar do sucesso da Agenda 2030 e, por isso, temos que trabalhar para ela”, disse, sobre a agenda aprovada pela comunidade internacional para, entre outros pontos, erradicar a pobreza e combater as mudanças climáticas.

Nesse contexto, Giuliano lembrou que o UNIC Rio realizou no ano passado a campanha digital “Guia do Preguiçoso para Salvar o Mundo”, com dicas em português sobre atitudes que podem ser tomadas para alcançar os ODS.

“Não existem direitos humanos sem desenvolvimento, e o desenvolvimento é necessário para a implementação universal dos direitos humanos”, declarou.

“O desenvolvimento permite erradicar guerras e conflitos, erradicar a pobreza, minimizar as consequências dos fenômenos naturais, para que todos possam exercer os seus direitos”, concluiu.

Saiba mais sobre a iniciativa Brasileiros na ONU clicando aqui.