ONU elogia eleições no Paquistão e reafirma seu compromisso com democracia no país

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O secretário-geral da ONU, António Guterres, cumprimentou a população do Paquistão por “exercer seu direito constitucional ao voto” na quarta-feira (25), reafirmando “seu compromisso com um Paquistão democrático”.

Ele disse que a ONU está comprometida a continuar apoiando a Comissão Eleitoral, já que a suave transferência de poder permanecia em dúvida na sexta-feira, com os últimos informes sugerindo que um grupo de partidos políticos paquistaneses estava rejeitando os resultados, alegando manipulação de votos.

Na província de Sindh, no Paquistão, uma mãe tenta proteger sua filha do calor. Foto: PNUD/Hira Hashmey

Na província de Sindh, no Paquistão, uma mãe tenta proteger sua filha do calor. Foto: PNUD/Hira Hashmey

O secretário-geral da ONU, António Guterres, cumprimentou a população do Paquistão por “exercer seu direito constitucional ao voto” na quarta-feira (25), reafirmando “seu compromisso com um Paquistão democrático”.

Em comunicado divulgado sexta-feira (27) em nome do chefe da ONU, o porta-voz Stéphane Dujarric elogiou a Comissão Eleitoral do Paquistão “pela organização das eleições, assinalando iniciativas positivas relacionadas com a formação e esforços para melhorar a inclusão de mulheres, pessoas com deficiência e outras grupos marginalizados, bem como novos eleitores, no processo eleitoral”.

Ele disse que a ONU está comprometida a continuar apoiando a Comissão Eleitoral, já que a suave transferência de poder permanecia em dúvida na sexta-feira, com os últimos informes sugerindo que um grupo de partidos políticos paquistaneses estava rejeitando os resultados, alegando manipulação de votos.

De acordo com os resultados oficiais divulgados até agora, o partido liderado pela ex-estrela internacional de críquete e capitão da equipe nacional, Imran Khan, está na liderança, mas não tem assentos suficientes para garantir o poder sem formar uma coalizão.

Dujarric disse que o secretário-geral da ONU estava ansioso para a formação do novo governo e “desejava sucesso para que este forneça ao povo do Paquistão um futuro estável, democrático e próspero”.


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