ONU e missões diplomáticas no Brasil lembram Dia Internacional contra a LGBTIfobia

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O Sistema ONU no Brasil, a delegação da União Europeia no país e missões diplomáticas em Brasília (DF) lembram nesta quinta-feira (17) o Dia Internacional contra a LGBTIfobia – Discriminação contra Lésbicas, Gays, Bissexuais, pessoas Trans e Intersexo (IDAHOT).

A bandeira arco-íris, símbolo da luta pelos direitos das populações LGBTI, foi hasteada em algumas das representações participantes da campanha. Houve ainda um ato contra a LGBTIfobia na Casa da ONU, com a nomeação do músico brasileiro Johnny Hooker como Campeão da Igualdade da Campanha Livres & Iguais no Brasil.

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O Sistema ONU no Brasil, a delegação da União Europeia no país e missões diplomáticas em Brasília (DF) lembram nesta quinta-feira (17) o Dia Internacional contra a LGBTIfobia – Discriminação contra Lésbicas, Gays, Bissexuais, pessoas Trans e Intersexo (IDAHOT).

As Nações Unidas no país, a partir da campanha Livres & Iguais, e seus parceiros reiteram o firme empenho na luta por igualdade e dignidade de todos os seres humanos, independentemente da sua orientação sexual e identidade de gênero. Em 2018, o tema da data é “Alianças pela solidariedade”, com o objetivo de lembrar que nenhuma batalha pode ser vencida de maneira isolada.

Nesta quinta-feira (17), a bandeira arco-íris, símbolo da luta pelos direitos das populações LGBTI, foi hasteada em algumas das representações participantes da campanha. Houve ainda um ato contra a LGBTIfobia na Casa da ONU, em Brasília (DF), com a nomeação do músico brasileiro Johnny Hooker como Campeão da Igualdade da Campanha Livres & Iguais no Brasil.

De 18 a 24 de junho, um grupo de embaixadas organizará, também em Brasília, um Festival Internacional de Cinema LGBTI. O evento ocorrerá no Teatro Silvio Barbato – SESC Presidente Dutra.

O IDAHOT foi organizado pela primeira vez em 2004 e atualmente é comemorado em mais de cem países. Esse dia marca a retirada da homossexualidade da classificação internacional de doenças pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

Ainda hoje, a identidade de pessoas trans é considerada uma doença, contribuindo para o estigma e a discriminação contra travestis e transexuais. As pessoas LGBTI são frequentemente alvo de violências e crimes de ódio.

Apesar do notável progresso no mundo inteiro nos últimos anos, mais de 70 jurisdições ainda criminalizam as relações entre pessoas do mesmo sexo. Em muitas partes do mundo, a discriminação e a violência contra lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros e intersexuais é uma ocorrência cotidiana.

Proteger as pessoas LGBTI da discriminação requer a implementação dos princípios de proteção da dignidade humana, de não discriminação e de privacidade de todos os
indivíduos, incluindo as pessoas LGBTI.

A UE, Estados-membros da ONU como Canadá, Austrália, Nova Zelândia e Noruega e as Nações Unidas condenam a discriminação e a violência contra indivíduos LGBTI e
continuarão a trabalhar com todos os parceiros para promover os direitos humanos no mundo inteiro.

No Brasil, a promoção dos direitos LGBTI ainda exige respostas legislativas e institucionais. É nesse âmbito que a UE e o Canadá financiam projetos com o objetivo de contribuir para melhorar a visibilidade e a aceitação das organizações LGBTI, reforçando o seu diálogo com as autoridades para alterar as leis, combater a LGBTIfobia e proteger as pessoas LGBTI contra a violência.

A UE e o Canadá apoiam projetos que promovem o combate à discriminação através do acesso à educação e à formação vocacional. Já a Campanha da ONU Livres & Iguais é
uma campanha de informação pública sem precedentes, com o objetivo de promover a igualdade de direitos e o tratamento justo de pessoas LGBTI.

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Para mais informações acesse:
www.unfe.org/pt
https://nacoesunidas.org/campanha/livreseiguais/


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