ONU e missões diplomáticas de 13 países reafirmam apoio à luta contra a LGBTIfobia

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No Dia Internacional contra a Homofobia, a Transfobia e a Bifobia, lembrado na quarta-feira (17), a Campanha da ONU Livres & Iguais se uniu às representações diplomáticas de 13 países e à Delegação da União Europeia no Brasil para reafirmar seu empenho na luta por igualdade de direitos para as pessoas LGBTI. Em 2017, um dos temas centrais da data foram os desafios enfrentados por famílias formadas por gays, lésbicas, pessoas trans e intersex.

Embaixada da Suécia hasteou a bandeira do orgulho LGBTI. Foto: Embaixada da Suécia

Embaixada da Suécia hasteou a bandeira do orgulho LGBTI. Foto: Embaixada da Suécia

No Dia Internacional contra a Homofobia, a Transfobia e a Bifobia, lembrado na quarta-feira (17), a Campanha da ONU Livres & Iguais se uniu às representações diplomáticas de 13 países e à Delegação da União Europeia no Brasil para reafirmar seu empenho na luta por igualdade de direitos para as pessoas LGBTI. Em 2017, um dos temas centrais da data foram os desafios enfrentados por famílias formadas por gays, lésbicas, pessoas trans e intersex.

Para marcar o Dia, embaixadas em Brasília e missões diplomáticas em outras partes do Brasil — como as da Suécia, da França e do Canadá — hastearam a bandeira do arco-íris e realizaram atividades de mobilização. Além dessas três nações, também se juntaram às atividades para a data as representações da Dinamarca, Irlanda, Reino Unido, Alemanha, Portugal, Espanha, Finlândia, Holanda, Croácia e Bélgica.

A Embaixada do Reino Unido organizou o Seminário sobre a Violência Contra Pessoas Transgêneros, seguido pelo tradicional “Rainbow Happy Hour”, comemoração global.

A data mundial foi organizada pela primeira vez em 2004 e atualmente é comemorado em mais de cem países. Esse dia marca a retirada da homossexualidade da classificação internacional de doenças pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Ainda hoje, a identidade de pessoas trans é considerada uma doença, o que contribui para estigmatizar travestis e transexuais.

Apesar dos progressos recentes no cenário global, jurisdições de mais de 70 países ainda criminalizam as relações entre pessoas do mesmo sexo. Em muitas partes do mundo, agressões contra lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros e intersexuais são ocorrências cotidianas.

A UE financia projetos em todo o mundo para dar visibilidade a organizações LGBTI, reforçando o seu diálogo com as autoridades para alterar leis, combater a homofobia e proteger as pessoas LGBTI da violência. O bloco europeu condena a discriminação e o preconceito e luta para promover direitos humanos no mundo inteiro.

Também no 17 de maio, funcionários da ONU no Brasil reuniram-se na sede nacional do organismo, em Brasília, em uma cerimônia que contou com pronunciamentos do coordenador-residente das Nações Unidas, representantes de diversas agências e do corpo diplomático presente na capital. Saiba mais sobre as atividades da ONU para o Dia Internacional clicando aqui.


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