ONU e ANVISA promovem reunião em Brasília sobre novas substâncias psicoativas

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Novas substâncias psicoativas (NSP) representam um desafio à saúde pública, à ciência forense e à aplicação das leis. Alertar sobre essas substâncias e impulsionar a colaboração são ações fundamentais para mitigar os danos associados ao uso dessas substâncias.

Conhecidas como “drogas legais”, as NSP são desenvolvidas para imitar os efeitos de drogas como maconha, cocaína e ecstasy, a partir de várias substâncias químicas, parte delas ilegal.

Nesse contexto, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) recentemente recebeu uma reunião de três dias em Brasília (DF), em coordenação com o laboratório e seção científica (LSS, na sigla em inglês) do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC).

Conhecidas como "drogas legais", as NSP são desenvolvidas para imitar os efeitos de drogas como maconha, cocaína e ecstasy, a partir de várias substâncias químicas, parte delas ilegal. Foto: UNODC

Conhecidas como “drogas legais”, as NSP são desenvolvidas para imitar os efeitos de drogas como maconha, cocaína e ecstasy, a partir de várias substâncias químicas, parte delas ilegal. Foto: UNODC

Novas substâncias psicoativas (NSP) representam um desafio à saúde pública, à ciência forense e à aplicação das leis. Alertar sobre essas substâncias e impulsionar a colaboração são ações fundamentais para mitigar os danos associados ao uso dessas substâncias.

Conhecidas como “drogas legais”, as NSP são desenvolvidas para imitar os efeitos de drogas como maconha, cocaína e ecstasy, a partir de várias substâncias químicas, parte delas ilegal.

Nesse contexto, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) recentemente recebeu uma reunião de três dias em Brasília (DF), em coordenação com o laboratório e seção científica (LSS, na sigla em inglês) do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC).

O evento teve a presença de 70 participantes nacionais, regionais e internacionais com experiência em ciência forense, saúde pública e aplicação da lei. Os participantes discutiram, entre outros temas, tendências das novas substâncias psicoativas, detenção e identificação dessas substâncias, sistemas de alerta precoce e abordagens legais.

“Lidar com o crescente número de substâncias é um desafio para os sistemas de saúde e oficiais de aplicação da lei. Os governos do Ocidente estão buscando novas ferramentas e embarcando em abordagens inovadoras, incluindo sistemas de aleta precoce e novas abordagens legislativas”, disse Rafael Franzini, representante do UNODC no Brasil.

Fernanda Rebelo, da ANVISA, enfatizou que a agência renovou seu compromisso de fortalecer o trabalho com o UNODC e impulsionar a continuidade das discussões relacionadas às novas substâncias psicoativas, com o objetivo de proteger a saúde pública. Ela descreveu os esforços conjuntos entre ANVISA e Polícia Federal como dinâmicos, lembrando que este corresponde ao ritmo rápido das substâncias emergentes do crescimento do crime.


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