ONU condena ataque terrorista em Jerusalém

O Conselho de Segurança das Nações Unidas condenou duramente o ataque terrorista em Jerusalém no domingo (8), no qual quatro israelenses morreram e 15 ficaram feridos.

“A violência e terror não trarão uma solução para o conflito israelo-palestino – muito pelo contrário. Todos os responsáveis por tais atos devem ser levados à justiça, condenados e rejeitados. Não se deve permitir que os seus atos retenham a necessidade de um renovado compromisso de diálogo”, disse o secretário-geral da ONU, António Guterres.

Vista da Cúpula da Rocha na Cidade Antiga de Jerusalém. Foto: Wikicommons/Berthold Werner (CC)

O Conselho de Segurança condenou duramente o ataque terrorista em Jerusalém no domingo (8), no qual quatro israelenses morreram e 15 ficaram feridos.

Em comunicado emitido à noite, o Conselho condenou o ataque “nos termos mais fortes” e “reafirmou que o terrorismo em todas as suas formas e manifestações constitui-se uma das ameaças mais sérias à paz e à segurança internacional”.

De acordo com relatos da imprensa, um caminhão atropelou um grupo de soldados israelenses.

“Quaisquer atos de terrorismo são criminosos e injustificáveis, independentemente de motivação, de quando, onde e por quem sejam cometidos”, disse o órgão de 15 membros em comunicado, enfatizando a necessidade de os responsáveis serem levados à Justiça.

O Conselho também reafirmou a necessidade de todos os Estados combaterem por todos os meios as ameaças à paz internacional e à segurança causada por atos terroristas, de acordo com a Carta das Nações Unidas e outras obrigações sob a lei internacional, incluindo a lei de direitos humanos internacional, a lei de refúgio internacional e a lei humanitária internacional.

O Conselho enviou suas condolências às famílias das vítimas e ao governo de Israel, e desejou uma breve recuperação aos feridos.

O secretário-geral da ONU também se manifestou sobre o ataque. “A violência e terror não trarão uma solução para o conflito israelo-palestino – muito pelo contrário. Todos os responsáveis por tais atos devem ser levados à justiça, condenados e rejeitados. Não se deve permitir que os seus atos retenham a necessidade de um renovado compromisso de diálogo”, disse António Guterres.