ONU apoia festival no DF para celebrar a cultura negra

Maior festival de mulheres negras da América Latina, o Festival Latinidades ocorre até domingo (31) no Museu Nacional, na Esplanada dos Ministérios, Distrito Federal, com apresentações de música, dança, teatro, literatura, entre outras manifestações artísticas.

Edição de 2015 do Festival Latinidades. Foto: Festival Latinidades

Edição de 2015 do Festival Latinidades. Foto: Festival Latinidades

Maior festival de mulheres negras da América Latina, o Festival Latinidades ocorre até domingo (31) no Museu Nacional, na Esplanada dos Ministérios, no Distrito Federal, com apresentações de música, dança, teatro, literatura, entre outras manifestações artísticas.

Apoiado pelas Nações Unidas e promovido pelo Instituto Afrolatinas, o evento inclui também debates, oficinas de capacitação e empreendedorismo, economia criativa e comunicação.

O projeto nasceu com o objetivo de celebrar o Dia da Mulher Afro Latino-Americana e Caribenha e abrir espaço para debates e iniciativas do estado e da sociedade civil relacionadas à promoção da igualdade racial e enfrentamento do racismo e do sexismo.

Criado para dar visibilidade e celebrar a cultura negra produzida na África e na diáspora, o evento tem como foco especial na América Latina e Caribe. A iniciativa também promove diálogos com poder público, organizações não-governamentais, movimentos sociais e culturais, universidades, redes, coletivos e outros grupos.

Em oito edições, o projeto Latinidades teve como objetivo dar visibilidade às mulheres negras e sua representação digna em todos os espaços.

Assim como em 2015, quando o tema Cinema Negro tratou das produções cinematográficas encabeçadas por mulheres negras, o tema deste ano também aborda a questão do protagonismo.

“Ao eleger a comunicação como tema central da próxima edição do Festival Latinidades, o objetivo é se apropriar de quantas ferramentas e espaços midiáticos sejam possíveis”, diz o site do evento.

O projeto foi criado em 2008 para marcar o dia 25 de julho, que tem ganhado força como uma espécie de marco da mulher negra.

Clique aqui para acessar a programação do evento.