OMS/OPAS: Semana de Aleitamento expõe dificuldades que mulheres enfrentam para amamentar

A Semana Mundial de Aleitamento tem a intenção de incentivar a conscientização sobre os benefícios desta prática e inclusão para mulheres que queiram amamentar em público e no trabalho.

 A OMS/OPAS defende a necessidade de acabar com barreira sociais que inibem as mulheres de amamentar. Foto: UNICEF

A OMS/OPAS defende a necessidade de acabar com barreira sociais que inibem as mulheres de amamentar. Foto: UNICEF

Durante a Semana Mundial do Aleitamento Materno do dia 1 a 7 de agosto, a Organização Mundial de Saúde (OMS) e a Organização Pan-Americana de Sáude (OPAS) querem chamar a atenção sobre as vantagens da amamentação e os problemas ainda enfrentados pelas mulheres para alimentar os recém-nascidos através dessa forma natural.

Além de encorajar esta prática, o objetivo da campanha é acabar com as barreiras que limitam as mulheres que pretendem amamentar os seus filhos. Segundo a OMS/OPAS, essas barreiras são visíveis no aconselhamento e apoio limitado por parte dos hospitais e serviços de saúde, práticas de marketing inapropriadas que publicitam o leite em pó e falta de programas que incentivem o aleitamento no local de trabalho.

Adicionados a estes desafios estão outras barreiras sociais que inibem as mães de amamentar em público dado o ostracismo que experienciam quando o fazem. A OMS/OPAS defende, assim, que as mulheres precisam de ser apoiadas socialmente para que se sintam confortáveis para amamentar o seu filho a qualquer momento, em qualquer lugar.

O aleitamento materno é a melhor maneira de prover aos recém-nascidos os nutrientes que eles precisam. A OMS recomenda a amamentação exclusiva a partir de uma do nascimento até os seis meses do bebê. Após esse período, a Organização recomenda que as mães continuem a dar leite materno junto com outros tipos de dieta até os dois anos ou incluso mais.