OMS espera ter 2 bilhões de doses de vacina contra COVID-19 já no próximo ano

A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou nesta quinta-feira (18) que espera que cerca de 2 bilhões de doses de uma vacina contra a COVID-19 estejam disponíveis até o final do próximo ano.

A OMS recomenda que as pessoas em risco sejam vacinadas em primeiro lugar, incluindo idosos e pacientes com doenças preexistentes, como diabetes ou doenças respiratórias, além de trabalhadores expostos ao vírus.

Pesquisas para desenvolver uma vacina contra o coronavírus estão em andamento. Foto: Unsplash

A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou nesta quinta-feira (18) que espera que cerca de 2 bilhões de doses de uma vacina contra a COVID-19 estejam disponíveis até o final do próximo ano.

A OMS recomenda que as pessoas em risco sejam vacinadas em primeiro lugar, incluindo idosos e pacientes com doenças preexistentes, como diabetes ou doenças respiratórias, além de trabalhadores expostos ao vírus.

A cientista-chefe da OMS, Soumya Swaminathan, disse que será dada atenção a grupos de “populações prioritária” e que os Países-membros precisam concordar e chegar a um consenso sobre o tema. Ela relembrou, no entanto, que ainda não há vacina com eficácia comprovada.

A cientista explicou que ainda não há uma estratégia para uma possível distribuição global das vacinas contra a COVID-19, mas afirmou que a OMS vai propor essas soluções.

A expectativa para 2021 é que haja “dois bilhões de doses de uma, duas ou três vacinas eficazes para serem distribuídas em todo o mundo”.

Nesta quinta-feira, a OMS notificou 8.242.999 casos confirmados e 445.535 mortes pelo novo coronavírus.

Hidroxicloroquina

No informe, a especialista disse estar definitivamente provado que a hidroxicloroquina, frequentemente usada para tratar a malária, não é eficaz para impedir a morte de pessoas que estejam hospitalizadas com o novo coronavírus.

Para ela, ainda pode haver um papel desse medicamento na prevenção da COVID-19, estando ainda em curso ensaios clínicos para testar a relevância da hidroxicloroquina.