OIM realiza oficina em Brasília (DF) sobre políticas de combate à escravidão moderna

A Organização Internacional para as Migrações (OIM) realizou na semana passada (12 e 13) em Brasília (DF) uma oficina para discutir o fortalecimento de políticas públicas para combater a escravidão moderna na região latino-americana e caribenha.

A iniciativa contou com a participação de representes governamentais de Brasil e Colômbia, bem como de representantes de OIM, Embaixada Britânica, Organização dos Estados Americanos (OEA) e pesquisadores de Brasil, Colômbia e Venezuela.

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A Organização Internacional para as Migrações (OIM) realizou na semana passada (12 e 13) em Brasília (DF) uma oficina para discutir o fortalecimento de políticas públicas para combater a escravidão moderna na região latino-americana e caribenha.

A iniciativa contou com a participação de representes governamentais de Brasil e Colômbia, bem como de representantes de OIM, Embaixada Britânica, Organização dos Estados Americanos (OEA) e pesquisadores de Brasil, Colômbia e Venezuela.

As atividades fazem parte do projeto “Análise da dinâmica da escravidão moderna na América Latina e no Caribe a partir da perspectiva britânica”, financiado pelo Reino Unido, que tem como objetivo contribuir para o desenvolvimento e aprimoramento de políticas no enfrentamento da escravidão moderna em países da América Latina e do Caribe. Além deste encontro, outra oficina foi realizada em fevereiro, em Brasília (DF).

O projeto está sendo implementado em oito países da região: Colômbia, Venezuela, Brasil, Haiti, República Dominicana, Costa Rica, El Salvador e Guatemala.

No segundo dia, os participantes dividiram-se em grupos de trabalho para formular recomendações para o fortalecimento de políticas públicas relacionadas ao tema.

Para Renata Braz, coordenadora-geral de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas e Contrabando de Migrantes do Ministério da Justiça e Segurança Pública, “estar presente com especialistas e pesquisadores do tema, inclusive de outros países, nos permitiu entender melhor a dinâmica da escravidão moderna em nossa região e pensar em quais medidas precisam ser prioritariamente adotadas para combatê-la”.

As informações coletadas na oficina serão utilizadas para a elaboração de um diagnóstico comparativo da dinâmica da escravidão moderna em cada país e para elaboração de um documento técnico final com recomendações para o fortalecimento de políticas públicas nos níveis nacional e regional.


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