Nova presidente de órgão socioeconômico da ONU defende financiamento ao desenvolvimento

Em seu discurso inaugural como presidente do Conselho Econômico e Social das Nações Unidas (ECOSOC), a norueguesa Mona Juul ressaltou que o mandato do órgão hoje permanece “tão relevante e cativante” quanto em 1945, quando foi encarregado de “promover a cooperação internacional em questões econômicas, sociais e culturais”.

Rhonda King (esquerda) passa o cargo de presidente do ECOSOC a Mona Juul. (25 de julho de 2019) Foto: ONU/Eskinder Debebe

Em seu discurso inaugural como presidente do Conselho Econômico e Social das Nações Unidas (ECOSOC), a norueguesa Mona Juul ressaltou que o mandato do órgão hoje permanece “tão relevante e cativante” quanto em 1945, quando foi encarregado de “promover a cooperação internacional em questões econômicas, sociais e culturais”.

Tendo atuado como um dos quatro vice-presidentes do ECOSOC, Juul foi eleita por aclamação na manhã desta quinta-feira (25).

O Conselho deve promover “o respeito universal e a observância dos direitos humanos e liberdades fundamentais. Para todos”, disse a presidente recém-eleita. “Sem distinção de raça, sexo, idioma ou religião”.

“Hoje, também temos a abrangente Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável”, afirmou, que “orienta nossos esforços para acabar com a pobreza, proteger o planeta e garantir a paz e a prosperidade para todos”.

O ECOSOC oferece “uma infinidade de oportunidades” para ajudar a comunidade global a alcançar os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), disse Juul, observando que “o ECOSOC e suas estruturas intergovernamentais formam todo um ecossistema”, com cada componente tendo uma função específica.

“A ONU deve ser valiosa para as pessoas”, enfatizou, prevendo que a reforma da ONU produzirá resultados “melhores, mais coerentes e mais eficazes”.