Nova presidente da Assembleia Geral pede ONU mais próxima das pessoas

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A nova sessão da Assembleia Geral da ONU foi aberta nesta terça-feira (18) com sua presidente prometendo usar seu mandato de um ano para levar a organização global para mais perto das pessoas, fortalecendo o apoio e o sentido de pertencimento às Nações Unidas.

Em seu primeiro discurso como presidente da Assembleia Geral, ocorrido durante sua 73ª sessão, a equatoriana María Fernanda Espinosa disse que a necessidade de uma liderança global mais forte a serviço do multilateralismo, para garantir sociedades mais pacíficas, igualitárias e sustentáveis, permeará seu trabalho.

Espinosa, que foi eleita presidente da Assembleia Geral em junho, sucede Miroslav Lajčák, presidente da 72ª sessão. Ela é a quarta mulher a ocupar o cargo na história da organização internacional, e a primeira mulher latino-americana.

A nova sessão da Assembleia Geral da ONU foi aberta nesta terça-feira (18) com sua presidente prometendo usar seu mandato de um ano para levar a organização global para mais perto das pessoas, fortalecendo o apoio e o sentido de pertencimento às Nações Unidas.

Em seu primeiro discurso como presidente da Assembleia Geral, ocorrido durante sua 73ª sessão, a equatoriana María Fernanda Espinosa disse que a necessidade de uma liderança global mais forte a serviço do multilateralismo, para garantir sociedades mais pacíficas, igualitárias e sustentáveis, permeará seu trabalho.

“Vamos seguir juntos, construindo um mundo mais igual e mais livre, mais sustentável e mais respeitoso da natureza, mais inclusivo e solidário”, disse.

Espinosa, que foi eleita presidente da Assembleia Geral em junho, sucede Miroslav Lajčák, presidente da 72ª sessão. Ela é a quarta mulher a ocupar o cargo na história da organização internacional, e a primeira mulher latino-americana.

Em seu discurso, a presidente da Assembleia Geral enfatizou suas sete prioridades — identificadas por meio de consultas com os Estados-membros — que marcarão a próxima sessão. São elas: promover a igualdade de gênero; promover e implementar o novo pacto global para migrantes e refugiados; defender o trabalho decente; proteger o meio ambiente; focar nos direitos das pessoas com deficiência; apoiar o processo de reforma da ONU; e facilitar o diálogo.

“Também estou preparada para facilitar respostas rápidas e efetivas da Assembleia Geral para situações de emergência quando elas ocorrerem”, acrescentou, afirmando que “infelizmente, elas vão ocorrer”.

Ao concluir seu discurso, Espinosa também disse que defenderá boas práticas em seu escritório, garantindo representação geográfica, paridade de gênero e total transparência em sua gestão administrativa e financeira.

Ela também declarou que irá observar, “com total responsabilidade”, o código de ética para a presidência da Assembleia Geral, e obedecerá estritamente os preceitos da Carta das Nações Unidas e as regras procedimentais da Assembleia.

Assembleia deve demonstrar valor da cooperação internacional, diz Guterres

O secretário-geral da ONU, António Guterres, também falou à Assembleia Geral, cumprimentando a nova presidente e lembrando os importantes desafios a serem enfrentados.

“Precisamos de ação para manutenção da paz, igualdade de gênero, financiar a Agenda 2030 (para o Desenvolvimento Sustentável), empoderar os jovens do mundo, passos urgentes para acabar com a pobreza e os conflitos, e muito mais”, declarou, pedindo que os líderes globais compareçam à reunião de alto nível que terá início na segunda-feira (24), “prontos para serem ousados e para chegar a soluções para nossos desafios globais”.

O secretário-geral da ONU também enfatizou a importância da cooperação internacional e de a Assembleia demonstrar o real valor da cooperação. “O Secretariado e eu estamos comprometidos em apoiá-los”, declarou.


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