No Dia Internacional da Não Violência, chefe da ONU pede que pessoas pratiquem ações pela paz

Para Ban Ki-moon, o fim da violência começa com ações individuais em casa, nas escolas e locais de trabalho e que, uma vez que alguém entra em ação, o diálogo pacífico pode ser contagioso.

Escultura para simbolizar a não violência, de Karl Fredrik Reutersward, exposta na entrada da ONU em Nova York. Foto: ONU/Rick Bajornas

Em mensagem para o Dia Internacional da Não Violência, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, pediu nesta quarta-feira (2) que todas as pessoas tenham coragem para acabar com a violência e defender a paz e a justiça.

“Peço aos cidadãos de todo o mundo para se inspirarem na coragem de pessoas como Mahatma Gandhi. Virem as costas à divisão e ao ódio. Defendam o que está certo e justo. Trabalhem com seus companheiros para um mundo repleto de justiça duradoura, paz e prosperidade para todos”, disse Ban.

O secretário-geral da ONU observou que “a não violência não é inerte ou passiva” e requer atitudes contra a injustiça, a discriminação e a brutalidade. Ban acrescentou que o fim da violência começa com ações individuais em casa, nas escolas e locais de trabalho e que, uma vez que alguém entra em ação, o diálogo pacífico pode ser contagioso.

O Dia Internacional da Não Violência marca o aniversário de Mahatma Gandhi, líder do movimento de independência da Índia, cuja filosofia de não violência e táticas foram adotadas por líderes de todo o mundo.

A data foi estabelecida em 2007 pela Assembleia Geral da ONU como uma ocasião para “difundir a mensagem da não violência por meio da educação e da conscientização pública”.