No DF, Memorial dos Povos Indígenas recebe exposição fotográfica sobre profissionais do ‘Mais Médicos’

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Dos dias 18 a 24 de setembro, o Memorial dos Povos Indígenas, em Brasília, apresentará uma exposição fotográfica produzida pela Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) que documenta o trabalho dos profissionais do programa ‘Mais Médicos’ junto a diversas etnias indígenas distribuídas por todas as regiões brasileiras.

Dos dias 18 a 24 de setembro, o Memorial dos Povos Indígenas, em Brasília, apresentará uma exposição fotográfica produzida pela Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) que documenta o trabalho dos profissionais do programa ‘Mais Médicos’ junto a diversas etnias indígenas distribuídas por todas as regiões brasileiras.

A exposição faz parte da 11ª Primavera de Museus, evento que mobilizará mais 900 museus brasileiros com 2,5 mil atividades especiais. Anteriormente, as obras foram expostas na sede do organismo internacional em Washington D.C., EUA, e também em sua representação no Brasil.

No Memorial, localizado na zona cívica de Brasília, o público pode visitar a exposição de segunda a sexta-feira, de 9h às 17h, e aos sábados e domingos de 10h às 17h. A entrada é gratuita.

O programa ‘Mais Médicos’ mobilizou mais de 18 mil profissionais de saúde do Brasil e do exterior, em mais de 4 mil municípios, na maioria em áreas socioeconomicamente vulneráveis e remotas e nos 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas, dando cobertura de saúde a 63 milhões de brasileiros.

Quase dois terços dos profissionais de saúde que participam do programa são cubanos, mobilizados por meio de um projeto de cooperação técnica entre a OPAS/OMS e os Ministérios da Saúde do Brasil e de Cuba.

O Mais Médicos foi criado no Brasil em 2013 para ampliar o acesso à atenção médica e fortalecer a atenção básica nos municípios localizados em áreas remotas e nas periferias das grandes cidades.

O programa é um exemplo de cooperação Sul-Sul que poderia ser aplicado em outros Estados-membros da OPAS que têm dificuldades para alcançar suas necessidades de saúde devido à falta de médicos.


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