‘Nelson Mandela foi um gigante moral do século 20 e o seu legado continua a nos guiar’

Na data em que as Nações Unidas marcam o Dia Internacional Nelson Mandela – a cada 18 de julho –, o secretário-geral da organização destacou o papel do sul-africano como “defensor global extraordinário da igualdade, da dignidade e da solidariedade”.

“Madiba foi um gigante moral do século 20 e o seu legado atemporal continua a nos guiar hoje”, disse António Guterres.

O tema do Dia este ano é “Promova uma ação, inspire a mudança” e destaca a importância de trabalhar em conjunto, de governos a cidadãos, para construir um mundo pacífico, sustentável e igualitário.

Na data em que as Nações Unidas marcam o Dia Internacional Nelson Mandela – a cada 18 de julho –, o secretário-geral da organização destacou o papel do sul-africano como “defensor global extraordinário da igualdade, da dignidade e da solidariedade”.

“Madiba foi um gigante moral do século 20 e o seu legado atemporal continua a nos guiar hoje”, disse António Guterres.

O tema do Dia este ano é “Promova uma ação, inspire a mudança” e destaca a importância de trabalhar em conjunto, de governos a cidadãos, para construir um mundo pacífico, sustentável e igualitário.

“Marcamos este dia em um momento em que a ameaça da pandemia da COVID-19 ameaça todas as pessoas, em todos os lugares, especialmente os mais vulneráveis. Perante estes desafios, os líderes mundiais precisam reconhecer a grande importância da unidade e da solidariedade”, disse Guterres.

O secretário-geral da ONU lembrou que a pandemia está expondo profundas desigualdades. “Precisamos combater essa pandemia de desigualdade com um novo contrato social para uma nova era. Apenas unidos podemos afastar a ameaça comum da COVID-19 e reconstruir melhor”, acrescentou.

Enquanto as Nações Unidas marcam o seu 75º aniversário nestes tempos “frágeis”, disse, a organização reflete sobre a vida e o trabalho de Nelson Mandela, que encarnou “os mais altos valores das Nações Unidas, agiu e inspirou a mudança”.

Apesar de muitos anos como prisioneiro de consciência, ‘Madiba’ – como era conhecido – manteve a dignidade e o compromisso com os seus ideais. “O seu exemplo deve levar qualquer governo que mantenha prisioneiros deste tipo a libertá-los.”

“No século 21 não deve haver lugar para prisioneiros de consciência”, disse Guterres.

Citando Nelson Mandela, António Guterres disse: “Enquanto houver injustiça e desigualdades no mundo, nenhum de nós poderá verdadeiramente descansar”.

“Neste Dia de Mandela, devemos lembrar que podemos, e devemos, ser parte de uma busca por um futuro melhor, com dignidade, oportunidade e prosperidade para todas as pessoas num planeta saudável.”

Prêmio Nelson Mandela 2020 sai para dois defensores dos direitos de mulheres e crianças

Marianna Vardinoyannis, da Grécia, e Morissana Kouyaté, da Guiné-Conacri, são os vencedores do Prêmio Nelson Rolihlahla Mandela das Nações Unidas em 2020. O anúncio foi feito pelo presidente da Assembleia Geral da ONU, Tijjani Muhammad-Bande.

Em comunicado, ele disse que o trabalho dos dois “tem um impacto na vida de outras pessoas” e que eles se inspiram no exemplo e valores de Mandela. Saiba mais aqui.