Nações Unidas aceitam pedido de demissão de chefe da ONU Meio Ambiente

O secretário-geral da ONU, António Guterres, aceitou o pedido de demissão de Erik Solheim, diretor-executivo da ONU Meio Ambiente, segundo comunicado emitido nesta terça-feira (20) pelo porta-voz do chefe das Nações Unidas.

O cargo será ocupado interinamente pela atual diretora-executiva adjunta da ONU Meio Ambiente, a tailandesa Joyce Msuya, até que o secretário-geral encontre um(a) sucessor(a) de Sollheim após consultas aos Estados-membros da Organização.

Ex-ministro do meio ambiente da Noruega, Solheim assumiu a chefia da agência ambiental da ONU em maio de 2016. Foto: UNIC Rio/Natália da Luz

Ex-ministro do Meio Ambiente da Noruega, Solheim assumiu a chefia da agência ambiental da ONU em maio de 2016. Foto: UNIC Rio/Natália da Luz

O secretário-geral da ONU, António Guterres, aceitou o pedido de demissão de Erik Solheim, diretor-executivo da ONU Meio Ambiente, segundo comunicado emitido nesta terça-feira (20) pelo porta-voz do chefe das Nações Unidas.

Segundo o comunicado, a demissão de Solheim se tornará efetiva na quinta-feira (22).

“O secretário-geral da ONU está agradecido pelo serviço de Solheim e reconhece que ele tem sido uma voz de liderança para levar a atenção do mundo a importantes desafios ambientais, incluindo a poluição por plástico e a circularidade; a ação pelo clima; os direitos dos defensores ambientais; a biodiversidade; e a segurança ambiental”, disse o comunicado.

O texto afirma ainda que Solheim liderou a defesa, nos mais altos níveis de governos, empresas e sociedade civil, do impulso à mudança transformacional necessária para fazer uma diferença real na vida das pessoas e promover a causa do meio ambiente.

A diretora-executiva adjunta da ONU Meio Ambiente, Joyce Msuya, da Tanzânia, será nomeada diretora-executiva interina, enquanto o secretário-geral da ONU inicia um processo de recrutamento, em consulta aos Estados-membros, para encontrar um(a) sucessor(a) de Solheim.

Msuya receberá todo o apoio necessário para garantir uma transição suave, concluiu o comunicado emitido pelo porta-voz de Guterres.


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