Na Argentina, UNODC apoia oficinas sobre acessibilidade de usuários de drogas a serviços de saúde

Os encontros visam a diminuir o preconceito e a discriminação contra os usuários de drogas e facilitar o acesso destes aos serviços de saúde.

Na última sexta-feira (18) foi realizada a segunda oficina em Bariloche, no edifício Unter.

Na última sexta-feira (18) foi realizada a segunda oficina em Bariloche, no edifício Unter

A Direção de Aids e DST do Ministério da Saúde argentino em parceria com o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) realizam desde a última semana, em Matanza e Bariloche, na Argentina, as primeiras oficinas de capacitação sobre a acessibilidade dos usuários de drogas aos serviços de saúde.

Voltadas para os profissionais de saúde e membros de organizações da sociedade civil, as oficinas objetivam diminuir o preconceito e a discriminação contra os usuários de drogas e facilitar o acessos destes aos serviços de saúde disponíveis, com foco nos serviços de HIV/Aids.

“A Argentina é um dos países prioritários selecionados pelo UNODC para reduzir a epidemia de HIV entre os usuários de drogas”, comentou a assessora regional de HIV/Aids do Escritório de Ligação e Parceria do UNODC, Carola Lew.

Uma das ações desta iniciativa é aumentar a acessibilidade aos sistemas de saúde. “As pessoas que usam drogas são consideradas uma das populações que correm maior risco de infecção por HIV, e uma das causas desta maior vulnerabilidade é o estigma e a discriminação que muitas vezes limita ou inibe o acesso e o uso dos serviços de saúde disponíveis”, afirmou Lew.

A abertura da primeira oficina, realizada no município de Matanza, contou com a participação de autoridades do setor de saúde da região, além do diretor de Aids e DST do Ministério de Saúde da Argentina, Dr. Juan Sotelo.