Moçambique: Programa da ONU e do governo brasileiro promove agricultura familiar

Delegação brasileira visita a Associação Chiguirizano, na província de Tete. De camisa azul clara, o ministro Milton Rondó Filho, coordenador-geral de Ações Internacionais de Combate à Fome (CGFome) do Ministério das Relações Exteriores do Brasil. Foto: FAO/Rosana Miranda

Na última semana, em parceria com o governo brasileiro, o programa “Purchase from Africans to Africa” (PAA África), voltado à promoção da segurança alimentar e geração de renda para comunidades vulneráveis em países do continente, realizou missão técnica para avaliar o andamento do projeto em Moçambique e aprofundar o diálogo político sobre compras locais.

“Primeiro, fomos ensinados a semear, adubar ou que sementes utilizar. Depois dessas formações, vimos que produzimos muito bem”, afirmou o presidente da Associação Chiguirizano, uma das associações-mãe na província de Tete, que recebeu apoio produtivo e comercializou parte da sua produção para o PAA África.

No total, 20 associações de base vinculadas às associações-mãe receberam apoio com distribuição de sementes, insumos e treinamentos, além de venderem parte do milho produzido para os programas de alimentação escolar do Programa Mundial de Alimentos (PMA) na província, com cerca de 1,8 milhão de habitantes.

Entre alguns dos obstáculos ao estabelecimento e consolidação das compras da agricultura familiar estão a garantia da qualidade dos cereais, a formalização de pequenas associações para se tornarem potenciais fornecedoras e, sobretudo, a dificuldade em encontrar demanda estável para os produtos.

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