Missão no Equador investiga alegações de violação de direitos humanos em protestos

Uma equipe de três pessoas do Escritório do Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos (ACNUDH) chegou no domingo (20) ao Equador para investigar até 8 de novembro alegações de violações e abusos de direitos humanos cometidos no país no contexto dos recentes protestos.

Durante sua visita, a equipe se reunirá com oficiais do governo, líderes indígenas, representantes da sociedade civil, jornalistas e outras partes interessadas para coletar informações em primeira mão sobre as circunstâncias da violência que se espalhou pelo país a partir de 3 de outubro.

Vista da cidade de Quito, no Equador. Foto: Flickr (CC) / David Berkowitz

Vista da cidade de Quito, no Equador. Foto: Flickr (CC) / David Berkowitz

Uma equipe de três pessoas do Escritório do Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos (ACNUDH) chegou no domingo (20) ao Equador para investigar até 8 de novembro as alegações de violações e abusos de direitos humanos cometidos no país no contexto dos recentes protestos.

A missão está sendo conduzida a convite do governo do Equador.

Durante sua visita, a equipe se reunirá com oficiais do governo, líderes indígenas, representantes da sociedade civil, jornalistas e outras partes interessadas para coletar informações em primeira mão sobre as circunstâncias da violência que se espalhou pelo país a partir de 3 de outubro.

O ACNUDH recebeu denúncias de violações de direitos humanos cometidas por forças de segurança estatais, além de denúncias de crimes cometidos no país durante as manifestações.

“Conclamamos as autoridades a conduzir investigações rápidas, eficazes, transparentes, independentes e imparciais sobre todas as violações e abusos dos direitos humanos cometidos no contexto dos protestos”, disse o ACNUDH em comunicado.

“Também estamos preocupados com relatos de prisões no Equador — incluindo de atores políticos e autoridades eleitas — em relação aos recentes protestos no país. Apelamos às autoridades para garantir o respeito total pelas garantias do devido processo e imunidades relevantes.”

“Cumprimentamos a disposição de todas as partes em se envolver em um diálogo significativo e encorajamos o governo do Equador e as organizações indígenas a continuar trabalhando em direção a uma solução pacífica para os desafios prementes que o país enfrenta.”