Missão da ONU no Haiti é encerrada oficialmente; Conselho de Segurança discutirá nova atuação

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A Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti (MINUSTAH) encerrou oficialmente, por meio de uma cerimônia, suas atividades no último dia 5 de outubro. Representante do secretário-geral destacou progressos desde a chegada da operação, há 13 anos. Confira nesse vídeo.

A Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti (MINUSTAH) encerrou oficialmente suas atividades no último dia 5 de outubro, com uma cerimônia no campo ‘General Jaborandy’, em Tabarre. O nome desse campo é uma homenagem ao general de divisão brasileiro José Luiz Jaborandy Júnior, morto em 2015.

A cerimônia ocorreu na presença de funcionários haitianos – incluindo o presidente da República, Jovenel Moise –, bem como membros do governo, do Parlamento, do Judiciário, das representações diplomáticas no Haiti, da equipe das Nações Unidas, da sociedade civil haitiana e da representante especial do secretário-geral das Nações Unidas no Haiti e chefe da MINUSTAH, Sandra Honoré.

“Para tirar lições e evitar um retorno à história, não esqueçamos que, durante a implantação da MINUSTAH, em junho de 2004, o Haiti estava em estado de profunda instabilidade institucional e violência. O país era governado por um governo provisório, o Parlamento era disfuncional e a Corte Suprema do Poder Judiciário não existia”, disse Honoré, destacando os progressos observados hoje.

Até o próximo dia 15 de outubro, a MINUSTAH será substituída pela Missão da ONU de Apoio à Justiça no Haiti – que terá características voltadas para o apoio ao desenvolvimento sustentável. A MINUSTAH permanece por 13 anos no país caribenho.

Nos últimos 13 anos, 37.500 militares brasileiros atuaram no Haiti.


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