Malária deixa 2 milhões de pessoas em risco na Somália

Com a chegada das chuvas, o risco de contaminação por malária aumenta ainda mais.

Criança desnutrida recebendo assistência médica em Mogadishu, na SomáliaAs Nações Unidas e seus parceiros estão aumentando suas medidas preventivas para impedir um surto de malária na Somália. “A saúde de milhares de somalis já está extremamente comprometida devido à seca e à fome, especialmente as crianças que sofrem de desnutrição. Com a chegada das chuvas, o risco de contaminação por malária aumenta ainda mais”, disse Sikander Khan, representante somali do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF)

Para proteger a população o UNICEF e a Organização Mundial da Saúde (OMS) estão engajadas numa campanha de larga escala que consiste na distribuição de kits de acordo com a necessidade de cada região e na conscientização sobre como se prevenir e tratar a doença. Redes inseticidas de longa duração e a pulverização interior são exemplos dos métodos de prevenção usados na Somália.

Instalações de saúde nas áreas de alto risco serão equipadas com 560 mil doses de medicamentos antimalária e um milhão testes de diagnóstico rápido, aumentando a agilidade dos tratamentos.