Malala defende liberdade para mulheres em entrevista à ONU

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“Eu sempre quis ter uma educação de qualidade, ir para uma boa universidade”. Aos 20 anos, Malala Yousafzai está para ter seu sonho realizado. Em breve, a ativista dará início aos estudos em Oxford. A entrada no ensino superior é mais uma vitória na história da paquistanesa, vítima de um atentado orquestrado por terroristas que não concordavam que ela e outras meninas frequentassem a escola.

“Eu sempre quis ter uma educação de qualidade, ir para uma boa universidade”. Aos 20 anos, Malala Yousafzai está para ter seu sonho realizado. Em breve, a ativista dará início aos estudos em Oxford. A entrada no ensino superior é mais uma vitória na história da paquistanesa, vítima de um atentado orquestrado por terroristas que não concordavam que ela e outras meninas frequentassem a escola. Em 2012, Malala levou um tiro na cabeça.

Escolhida como alvo por conta de seu ativismo pelo direito das mulheres, a jovem conseguiu sobreviver, após receber tratamento no Reino Unido. Sua história correu o mundo. Dois anos após o ataque, ela recebia o Prêmio Nobel da Paz tornando-se a ganhadora mais jovem da distinção. Em 2017, o secretário-geral da ONU, António Guterres, nomeou a ativista mensageira da paz das Nações Unidas.

“Quando eu ganhei o Prêmio Nobel da Paz e eu voltei para o hotel em que estávamos hospedados, meu irmão mais novo começou a dizer ‘Olha, você ganhou, mas isso não quer dizer que você pode ser uma irmã mandona!'”, lembra Malala.

Em entrevista para o serviço de notícias da ONU em Nova Iorque, Malala fala sobre projetos futuros e sobre os desafios que meninas e mulheres ainda enfrentam para serem quem quiserem ser.


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