#Juntos: conheça a história de migrantes que enriquecem a cultura do Rio de Janeiro

Uma alagoana com sotaque paulista. Um trompetista inglês que toca samba. Uma engenheira iraniana amante da língua portuguesa. O que eles têm em comum? Moldados pela cultura brasileira, fizeram do Rio de Janeiro um lugar mais plural.

Em entrevista para o Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio), Victória Régia, Tom Ashe e Jaleh Hashemi contam das dificuldades de deixar suas casas em busca de realizações pessoais. Hoje, os três desenvolvem projetos que enriquecem a cultura da cidade.

Os vídeos fazem parte da campanha #Juntos, das Nações Unidas, cujo objetivo é fazer com que refugiados e migrantes sejam tratados com respeito e dignidade.

Uma alagoana com sotaque paulista. Um trompetista inglês que toca samba. Uma engenheira iraniana amante da língua portuguesa. O que eles têm em comum? Moldados pela cultura brasileira, fizeram do Rio de Janeiro um lugar mais plural.

Em entrevista para o Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio), Victória Régia, Tom Ashe e Jaleh Hashemi contam das dificuldades de deixar suas casas em busca de realizações pessoais. Hoje, os três desenvolvem projetos que enriquecem a cultura da cidade. O vídeos fazem parte da campanha #Juntos, das Nações Unidas, cujo objetivo é fazer com que refugiados e migrantes sejam tratados com respeito e dignidade.

Uma alagoana com sotaque paulista. Um trompetista inglês que toca samba. Uma engenheira iraniana amante da língua portuguesa. O que eles têm em comum? Moldados pela cultura brasileira, fizeram do Rio de Janeiro um lugar mais plural.

Em entrevista para o Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio), Victória Régia, Tom Ashe e Jaleh Hashemi contam das dificuldades de deixar suas casas em busca de realizações pessoais. Hoje, os três desenvolvem projetos que enriquecem a cultura da cidade.

Os vídeos fazem parte da campanha #Juntos, das Nações Unidas, cujo objetivo é fazer com que refugiados e migrantes sejam tratados com respeito e dignidade.

Uma alagoana no Rio de Janeiro contra o preconceito

Victória Régia nasceu em Atalaia, interior de Alagoas. Quando era pequena, se mudou para São Paulo e atualmente reside no Rio de Janeiro. A estudante conta que já ouviu comentários preconceituosos contra migrantes nordestinos. “As pessoas sempre acham que o Nordeste é a mesma coisa. Já me chamaram de paraíba e eu sou de Alagoas, não tem nada a ver. Lá em São Paulo, acham que as pessoas migram do Nordeste para roubar os empregos e ocupar um lugar que não é delas. Minha mãe passou por isso várias vezes e eu por consequência”, afirma.

A música como instrumento de libertação

Tom Ashe é britânico e fundou o Favela Brass em 2014 na comunidade do Pereirão, no Rio de Janeiro. O projeto oferece aulas de música para crianças de 5 a 16 anos e já contou com a participação de professores de diversos países, ajudando no enriquecimento cultural da cidade. “Eu gosto da ideia das crianças terem uma perspectiva ampla. Um dos desafios de crianças que moram em comunidade é o risco de viver só esse cotidiano”, conta o músico. Ele afirma que a conexão musical foi o que mais o ajudou em sua adaptação no Rio de Janeiro. “Eu toco samba e conheço muito bem o repertório. Isso quebra uma grande barreira.”

Metade iraniana, metade brasileira

Jaleh Hashemi é iraniana e veio para o Rio de Janeiro em 2012 para fazer mestrado em engenharia. Hoje, Jaleh é casada com um brasileiro e se considera metade iraniana e metade brasileira. Ainda assim, ela já enfrentou preconceito. “Quando cheguei na faculdade, as pessoas não sabiam muito onde era o Irã”, diz. Por conta do desconhecimento das pessoas, ela conta que já foi chamada até mesmo de terrorista. “Me senti mal. Parece uma brincadeira, mas é uma brincadeira muito ruim.”

Saiba mais sobre a campanha #Juntos – em inglês, #Together – em together.un.org.