Jovens debatem educação para cooperação global em evento no Rio

As organizações não governamentais AFS e CISVRio promoveram no fim de outubro (23) no Rio de Janeiro o evento Efeito+Forum, que abordou questões relacionadas à promoção da educação para a cooperação internacional, com a participação de estudantes de 50 escolas da região metropolitana da cidade. A informação é do Centro Mundial para o Desenvolvimento Sustentável (Centro RIO+).

Jovens reuniram-se em biblioteca no centro do Rio para discutir cooperação global. Foto: Centro RIO+

Jovens reuniram-se em biblioteca no centro do Rio para discutir cooperação global. Foto: Centro RIO+

As organizações não governamentais AFS e CISVRio promoveram no fim de outubro (23) no Rio de Janeiro o evento Efeito+Forum, que abordou questões relacionadas à promoção da educação para a cooperação internacional, com a participação de estudantes de 50 escolas da região metropolitana da cidade. A informação é do Centro Mundial para o Desenvolvimento Sustentável (Centro RIO+).

O evento teve debates sobre os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável com especialistas de diferentes áreas com experiência em cooperação internacional, área diretamente relacionada aos meios de implementação dos objetivos globais (ODS número 17).

Palestrantes brasileiros e estrangeiros falaram sobre temas relacionados aos ODS. Pedro Renan Marcondes, representante da organização Argilando, deu exemplos de como essa integração a favor de um mundo mais sustentável tem sido praticada na instituição.

“É possível mudar o mundo”, disse. Mesmo se seu mundo esteja restrito à vizinhança, à escola, à comunidade, completou. Gradualmente, de forma colaborativa, a mudança começa a ficar presente.

Esse engajamento vai além das noções de paz e justiça mencionadas no ODS número 16 e explicadas por Ragnar Thorvardarson, especialista em Relações Exteriores da Islândia. Segundo ele, é possível implementar a cultura da paz e da Justiça em qualquer lugar, quando o diálogo é utilizado como método para tal objetivo.

Para a cientista política indiana Vishaka Desai, no futuro próximo, a cada quatro profissões, uma irá requerer um nível potencial de integração global e multicultural. “Não temos escolha. Precisamos nos enxergar em escala global”, declarou.

Tal afirmação trouxe à tona a importância de dar aos jovens espaço para se expressarem sobre suas necessidades e desejos de se tornarem cidadãos do mundo. Segundo Desai, ser um cidadão global significa ter a capacidade de se colocar no lugar do outro, desenvolver empatia.


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