Jovem refugiada iraquiana de 17 anos retoma estudos em ilha grega de Kos

A iraquiana Subhan, de 17 anos, fugiu da guerra em Mossul e chegou à ilha grega de Kos em julho de 2018, onde hoje está reconstruindo sua vida e seus sonhos. Ela se somou a mais de 3 milhões de iraquianos forçados a abandonar suas casas após décadas de conflito e violência. Leia o relato da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).⠀

Subhan, de 17 anos, em seu apartamento fornecido por um parceiro do ACNUR. Foto: ACNUR/Socrates Baltagiannis

Subhan, de 17 anos, em seu apartamento fornecido por um parceiro do ACNUR. Foto: ACNUR/Socrates Baltagiannis

A iraquiana Subhan, de 17 anos, fugiu da guerra em Mossul e chegou à ilha grega de Kos em julho de 2018, onde hoje está reconstruindo sua vida e seus sonhos. Ela se somou a mais de 3 milhões de iraquianos forçados a abandonar suas casas após décadas de conflito e violência.

A estimativa é de que mais de 11 milhões de iraquianos necessitem de assistência humanitária. A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) atua na região, fornecendo proteção e ajuda àqueles que mais precisam.

“Quando eu estava em Mossul, nem podia sonhar com minha vida, como eu queria que ela fosse. Depois que comecei a aprender e a estudar, comecei a sonhar”, disse Subhan. Nas ilhas gregas do mar Egeu, milhares de crianças vivem em condições de superlotação em cinco centros de acolhimento. Elas não estão matriculadas na escola. ⠀

A expectativa é que os requerentes de refúgio permaneçam apenas temporariamente nestes centros. No entanto, o processo pode levar meses, o que significa que as crianças em idade escolar não conseguem acessar a educação formal. ⠀

Junto com parceiros, o ACNUR apoia iniciativas de educação para preparar crianças a entrar na escola pública. São programas como o KEDU, na ilha de Kos, onde as elas participam de aulas de idiomas, matemática e informática e recebem ajuda com o dever de casa.

A escola ensina crianças e adolescentes deslocados com idades entre 7 e 18 anos. São quase 400 jovens que de outra forma não teriam acesso à educação.

Seja um doador do ACNUR e ajude a agência a dar um futuro melhor para crianças refugiadas.