Fundo de População da ONU apoia evento de jovens negras feministas no DF

Mulheres jovens negras da região Centro-Oeste e participantes da Articulação Nacional de Negras Jovens Feministas (ANJF) realizaram reunião de articulação no início do mês (6), em Ceilândia (DF). A atividade é parte do projeto “Ampliando Capacidades para a Defesa dos Direitos Humanos, Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos de Adolescentes, Jovens e Mulheres Negras” e foi apoiada pelo Fundo de Populações das Nações Unidas (UNFPA).

O objetivo foi promover a troca de saberes entre as jovens, além de dialogar sobre temas relacionados a governança, participação política juvenil, direitos humanos, direitos sexuais e direitos reprodutivos com vistas à promoção da igualdade racial e de gênero.

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Jovens negras da região Centro-Oeste e participantes da Articulação Nacional de Negras Jovens Feministas (ANJF) realizaram reunião de articulação no início do mês (6), em Ceilândia (DF). A atividade é parte do projeto “Ampliando Capacidades para a Defesa dos Direitos Humanos, Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos de Adolescentes, Jovens e Mulheres Negras” e foi apoiada pelo Fundo de Populações das Nações Unidas (UNFPA).

A atividade aconteceu em Ceilândia por ser o local onde há maior percentual de afrodescendentes no Distrito Federal, e reuniu oito jovens que atuam no debate sobre gênero e raça na região. O objetivo foi promover a troca de saberes entre as jovens, além de dialogar sobre temas relacionados a governança, participação política juvenil, direitos humanos, direitos sexuais e direitos reprodutivos com vistas à promoção da igualdade racial e de gênero.

A programação foi dividida em duas etapas. Na primeira, as jovens dialogaram sobre o histórico do 2º Encontro de Negras Jovens Feministas e sobre a trajetória de um ano da Articulação. Isso deu início à reflexão sobre quais serão os próximos passos.

Foi possível chegar aos eixos de trabalho e parcerias esperadas para os próximos anos. Alguns eixos surgem do lema da Marcha de Mulheres Negras de 2015, como “o bem-viver e a busca por autocuidado, promoção da cultura e da oralidade”, e os debates contra o racismo e a violência contra mulheres, a LGBTIfobia e violências correlatas.

A Articulação prevê ainda reuniões nas regiões Norte, Nordeste, Sul e Sudeste. Com isso, espera fortalecer suas capacidades de planejamento, monitoramento e avaliação, incluindo planejamento estratégico e produção de diagnósticos e relatórios analíticos.