Família de refugiados colombianos abre padaria de sucesso na Costa Rica

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Com o apoio da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), a família Ángel Velásquez abriu uma padaria de sucesso em San José, capital da Costa Rica. Preparando versões sem glúten de receitas tradicionais da Colômbia, como as almojabanas, eles conseguiram encontrar um nicho de mercado e recomeçar suas vidas após fugir do conflito em sua nação de origem.

A família Ángel Velásquez exibe o pão produzido na padaria da família em San José, Costa Rica. Foto: ACNUR/Santiago Escobar-Jaramillo

A família Ángel Velásquez exibe o pão produzido na padaria da família em San José, Costa Rica. Foto: ACNUR/Santiago Escobar-Jaramillo

Com o apoio da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), uma família de colombianos vivendo na Costa Rica abriu uma padaria de sucesso em San José, capital do país da América Central. Preparando versões sem glúten de receitas tradicionais da Colômbia, como as almojabanas, eles conseguiram encontrar um nicho de mercado e recomeçar suas vidas após fugir do conflito em sua nação de origem.

“Chegamos com muita vontade de prosperar e estamos sempre empenhados em trabalhar e seguir adiante”, conta a empreendedora colombiana Miriam Ángel Velásquez.

A Costa Rica é um exemplo regional para a proteção e integração de pessoas refugiadas. O sistema nacional de refúgio prevê uma instância para apelação e recursos sobre decisões acerca do status migratório dos requerentes de asilo. Enquanto aguardam deliberações, estrangeiros têm direito a trabalhar e a estudar.

Por meio de um programa desenvolvido pela Direção de Migração da Costa Rica e do ACNUR, refugiados e solicitantes de refúgio no país participam de atividades de capacitação, têm direito a férias nos seus empregos e recebem incentivos na hora de começar seus próprios negócios.

O organismo das Nações Unidas ofereceu capitalização à família de Miriam para ajudar na fundação da padaria. Com o dinheiro, ela e os parentes investiram em formações e equipamentos. Agora, além de manter o próprio negócio também ajudam outros microempresários refugiados a ter acesso aos mesmos benefícios.

“Talvez o que fizemos sirva de exemplo para muitos que ainda estão chegando”, completa a refugiada.


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