Ex-banqueiro britânico é nomeado diretor de Fundo Global de Combate à AIDS, Tuberculose e Malária

O ex-banqueiro britânico Peter Sands foi nomeado na terça-feira (14) novo diretor-executivo do Fundo Global de Combate à AIDS, Tuberculose e Malária, cujo objetivo é arrecadar recursos para combater essas doenças globalmente.

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) elogiou a nomeação de Sands. “Ele tem a experiência, a liderança e a visão necessárias para o trabalho e espero ansiosamente trabalhar com ele para melhorar a vida de milhões de pessoas ao redor do mundo”, disse Michel Sidibé, diretor-executivo do UNAIDS.

Peter Sands, no Fórum de Davos em 2012. Foto: Fórum Econômico Mundial

Peter Sands, no Fórum de Davos em 2012. Foto: Fórum Econômico Mundial

O ex-banqueiro britânico Peter Sands foi nomeado na terça-feira (14) novo diretor-executivo do Fundo Global de Combate à AIDS, Tuberculose e Malária, cujo objetivo é arrecadar recursos para combater essas doenças globalmente.

Com mestrado em administração pública em Harvard, Sands é ex-presidente-executivo do Standard Chartered Bank e também trabalhou para a consultoria McKinsey.

Na terça-feira (14), o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) elogiou a nomeação de Sands para o cargo. “O Fundo Global é um parceiro fundamental para o UNAIDS”, disse Michel Sidibé, diretor-executivo do UNAIDS.

“Peter Sands tem a experiência, a liderança e a visão necessárias para o trabalho e espero ansiosamente trabalhar com ele para melhorar a vida de milhões de pessoas ao redor do mundo”.

O UNAIDS trabalha em estreita colaboração com o Fundo Global desde a sua criação em 2002. O UNAIDS impulsiona seus parceiros para que ajudem os países na garantia de recursos para o Fundo Global que, em colaboração com outros doadores e governos, assegura os recursos para a implementação de respostas efetivas ao HIV, tuberculose e malária.

Juntos, o UNAIDS e o Fundo Global garantem que milhões de pessoas vivendo com HIV tenham acesso ao tratamento e que as pessoas mais afetadas pela epidemia acessem os serviços de saúde e de apoio que necessitam.