Evento no UNIC Rio homenageia personalidades que atuam na defesa dos direitos humanos

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O Instituto Interamericano de Fomento à Educação, Cultura e Ciência (IFEC) realizou na quarta-feira (31) evento na sede do Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio), localizado na capital fluminense, para prestar homenagem a personalidades com forte atuação em temas de direitos humanos no país.

Parceiro há 14 anos do UNIC Rio, o IFEC é uma entidade filantrópica fundada em 2002 com projetos e ações de responsabilidade social nas áreas de educação, cultura, meio ambiente, direitos humanos, assistência social, esportes, entre outras.

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O Instituto Interamericano de Fomento à Educação, Cultura e Ciência (IFEC) realizou na quarta-feira (31) evento na sede do Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio), localizado na capital fluminense, para prestar homenagem a personalidades com forte atuação em temas de direitos humanos no país.

Parceiro há 14 anos do UNIC Rio, o IFEC é uma entidade filantrópica fundada em 2002 com projetos e ações de responsabilidade social nas áreas de educação, cultura, meio ambiente, direitos humanos, assistência social, esportes, entre outras.

No evento, duas instituições foram homenageadas com o diploma de mérito — a obra social salesiana Centro Juvenil Oratório Mamãe Margarida (CEJOMM) e a Escola Espaço das Músicas, ambos de Niterói (RJ).

Além disso, foram concedidas medalhas de cidadania do IFEC para o jornalista e escritor Arnaldo Niskier, presidente do Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE-RJ) e membro da Academia Brasileira de Letras; pastor Alexandre Oberlander; e para as consulesas-gerais Evelyne Coulombe (Canadá), Linda Marina Munive Temáltzin (México) e Sissel Hodne Steen (Noruega).

Maurizio Giuliano, diretor do UNIC Rio, lembrou que o Canadá tem se destacado positivamente na comunidade internacional por seus esforços e compromissos na defesa dos direitos humanos. “De fato, no Canadá os direitos humanos estão fortemente protegidos pelas leis federais, provinciais e territoriais, sendo o Canadá também Estado-parte de sete principais convenções e acordos das Nações Unidas sobre Direitos Humanos”, disse.

Já em relação ao México, Giuliano lembrou que a lei promulgada em 2014 para estabelecer paridade de gênero no Congresso mexicano representa um passo à frente para toda a sociedade mexicana. Segundo ele, a legislação permitiu que as mulheres pudessem ter maior poder de decisão nos partidos políticos, e contribuir com as decisões que afetam toda a sociedade.

Sobre a Noruega, o diretor do UNIC Rio lembrou que a promoção dos direitos humanos e dos princípios democráticos está no cerne tanto da política doméstica quanto externa do país. “No plano internacional, a Noruega trabalha a favor dos direitos humanos nas organizações intergovernamentais e regionais, como as Nações Unidas, o Conselho da Europa e a OSCE (Organização para a Segurança e Cooperação na Europa)”.

“As três consulesas, conforme as prioridades de Canadá, México e Noruega, fazem muito para compartilhar as experiências de seus países em termos de direitos humanos e gênero. Portanto, hoje comemoramos tantas pessoas que trabalham para a educação, a cultura, os direitos humanos, e também comemoramos o multilateralismo e a cooperação internacional”, declarou Giuliano.

Outros homenageados foram Vera Lucia Niemeyer, presidente de honra do Instituto Social Oscar Niemeyer (ISON); a violoncelista Fiorela Sollares, diretora do Projeto Cultural Musical, do Instituto Net Claro Embratel; e o procurador-geral do Estado do Rio de Janeiro, José Eduardo Ciotola Gussem.

Na abertura do evento, o presidente chanceler do IFEC, Raymundo Stelling, e o diretor do UNIC Rio, Maurizio Giuliano, cumprimentaram os presentes e ressaltaram a importância da parceria entre as duas instituições, bem como da premiação.

Durante o encontro, jovens de comunidades pobres do Rio de Janeiro fizeram uma apresentação de música clássica. Eles aprenderam a tocar por meio do projeto “Ação Social pela Música do Brasil”, organização não governamental sem fins lucrativos, cuja diretora, Fiorella Solares, também foi homenageada.

“Foi muito comovente ver os jovens tocando. Não só porque foram realmente excelentes, mas porque por trás de cada um deles, há uma história de problemas sociais graves e uma história de grande sucesso para superar os problemas e ter uma vida digna”, concluiu o diretor do UNIC Rio.


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