Esforços para apoiar população síria em Raqqa continuam, diz OMS

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou que está intensificando o envio de medicamentos e suprimentos médicos a milhares de pessoas em áreas recentemente acessíveis em Raqqa, na Síria, como parte dos esforços de recuperação da cidade após o violento conflito armado no início do ano.

Escombros de prédios destruídos na cidade de Tabqa, na província de Raqqa, Síria. Foto: UNICEF/Souleiman.

Escombros de prédios destruídos na cidade de Tabqa, na província de Raqqa, Síria. Foto: UNICEF/Souleiman.

Em comunicado publicado no fim de outubro (24), a Organização Mundial da Saúde (OMS) informou que está intensificando o envio de medicamentos e suprimentos médicos a milhares de pessoas em áreas recentemente acessíveis em Raqqa, na Síria, como parte dos esforços de recuperação da cidade após o violento conflito armado no início do ano.

“O objetivo imediato da OMS, junto com as autoridades locais de saúde e ONGs (organizações não governamentais), é ampliar os serviços de saúde para milhares de pessoas que têm sido privadas de acesso a esses cuidados essenciais”, disse Elizabeth Hoff, representante da OMS na Síria.

“Estamos assegurando a disponibilidade de vacinas de qualidades para as crianças”, disse Hoff.

A principal agência de saúde das Nações Unidas informou que o Hospital Nacional Al-Tabqa, o mais próximo de Raqqa, recebeu cinco toneladas de carregamento, que incluem medicamentos e suprimentos médicos para tratar 500 casos de trauma e realizar 37 mil tratamentos médicos.

Este foi o segundo envio de suprimentos realizado pela OMS ao hospital desde sua reabertura, em setembro deste ano. O hospital foi parcialmente danificado em fevereiro devido a intensos combates na região, porém, os departamentos de emergências, medicina interna e pediatria foram reabilitados.

Atualmente, mais de 13,5 mil pessoas moram em Raqqa, onde o acesso a serviços de saúde continua limitado.

Desde sua reabilitação, o hospital tem tratado mais de 3,4 mil pacientes, incluindo mais de 800 mulheres e 1,3 mil crianças.


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