Em dia especial, ONU destaca papel central dos parlamentos nas políticas inclusivas

Marcando o Dia Internacional do Parlamentarismo – lembrado anualmente em 30 de junho –, o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, disse que a data é uma ocasião oportuna para honrar o “papel central dos parlamentos em dar às pessoas voz e influência para moldar as políticas”.

Como ex-parlamentar, Guterres se disse “profundamente consciente” da responsabilidade e privilégio de representar as pessoas e cumprir suas aspirações.

“Os parlamentos têm o dever especial de promover os direitos humanos e o desenvolvimento sustentável. Mais do que nunca, a pandemia da COVID-19 nos lembra essas tarefas vitais”, acrescentou.

Marcando o Dia Internacional do Parlamentarismo – lembrado anualmente em 30 de junho –, o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, disse que a data é uma ocasião oportuna para honrar o “papel central dos parlamentos em dar às pessoas voz e influência para moldar as políticas”.

Como ex-parlamentar, Guterres se disse “profundamente consciente” da responsabilidade e privilégio de representar as pessoas e cumprir suas aspirações.

“Os parlamentos têm o dever especial de promover os direitos humanos e o desenvolvimento sustentável. Mais do que nunca, a pandemia da COVID-19 nos lembra essas tarefas vitais”, acrescentou.

À medida que o mundo responde à pandemia, disse o chefe da ONU, é possível se dar conta da importância crítica de sistemas de saúde adequados, redes fortes de segurança social e crescimento econômico equitativo que gere empregos decentes.

“Também vemos os mais vulneráveis em nossas sociedades, especialmente as mulheres, carregando o maior fardo. Desigualdades, estigmas, divisões e fragilidades do nosso mundo se multiplicaram diante de nossos olhos”, alertou.

“Devemos agir juntos para reconstruir um futuro mais igual, resiliente e mais verde para todos”, disse Guterres, pedindo que todos os parlamentos nacionais desempenhem seu “papel pleno no avanço de respostas sustentáveis e inclusivas”. Isso deve incluir, acrescentou, planos de ação nacionais contra a discriminação racial, em colaboração com a sociedade civil.

“Ao mesmo tempo, lembremos que nenhuma nação pode ter sucesso sozinha. Aproveitemos todas as oportunidades para remodelar e garantir nosso futuro comum, promover ações climáticas ambiciosas e colocar os direitos humanos e a dignidade humana no centro de nosso trabalho”, disse Guterres.