Em 2017, ONU apoiou retorno de 707 brasileiros em situação de risco no exterior

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Quase 40% deles estavam na Bélgica. Do total de brasileiros, 28% eram menores de idade. Brasileiros receberam apoio da Organização Internacional para as Migrações (OIM).

Foto: Agência Brasil

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Ao longo de 2017, 707 brasileiros vivendo no exterior receberam apoio da Organização Internacional para as Migrações (OIM) para voltar ao Brasil. Trinta e nove porcento deles estavam na Bélgica. Do total, 28% eram menores de idade.

Por meio do seu programa de retorno voluntário, a OIM presta assistência administrativa, logística e financeira para solicitantes de refúgio com pedido de asilo negado, vítimas de tráfico, migrantes em situação irregular, pessoas qualificadas e outros migrantes vulneráveis que não podem permanecer em um determinado país.

Em 2016, o organismo auxiliou mais de 98 mil migrantes a regressar para suas nações de origem. Desses, 496 eram brasileiros.

No ano passado, dos mais de 700 brasileiros apoiados pela OIM, 48% eram mulheres e 52%, homens. Um porcento dos beneficiários do programa foram vítimas de tráfico.

A agência das Nações Unidas conseguiu fornecer assistência para a reintegração de 186 deles a comunidades no Brasil. O apoio envolveu orientações e recursos para a abertura de um negócio próprio — em 36% dos casos —, ajuda para a retomada dos estudos e realização de capacitações profissionais (13%) e cuidados médicos (8%), além de outras formas de auxílio.

O estado de Goiás foi o que recebeu o maior número desses migrantes (33%), seguido por Minas Gerais (16%) e São Paulo (13%).

Depois da Bélgica, os países de onde mais voltaram brasileiros pelo programa da OIM foi Portugal (33%), Suíça (7%) e Espanha (5%).

Acesse o informe mais recente da OIM sobre o retorno voluntário de brasileiros — clique aqui.


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