UNAIDS: Em 2012, 35,3 milhões viviam com HIV; 2,3 milhões contraíram o vírus e 1,6 milhão morreram

Número de mortes na América Latina caiu 37% entre 2001 e 2012. No mesmo período, houve 11% menos infecções na região. Já no Oriente Médio e Norte da África as novas infecções dobraram.

aidsNovo relatório do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS), intitulado Aids em números, mostra que tem havido progresso acelerado em muitas partes do mundo para alcançar os compromissos globais sobre o HIV. No entanto, há sinais preocupantes de que algumas regiões e países podem estar ficando para trás nesta luta.

O número de mortes na América Latina caiu 37% entre 2001 e 2012. No mesmo período, houve 11% menos infecções na região. Já no Oriente Médio e Norte da África, o número de novas infecções duplicou. Na Europa Oriental e Ásia Central, houve aumento de 13% desde 2006.

Em muitos casos, o progresso estagnou por causa da falta de acesso a serviços essenciais para tratamento de pacientes com HIV. Populações vulneráveis, incluindo homens que fazem sexo com homens, pessoas que usam drogas, transgêneros e profissionais do sexo são muitas vezes impedidas de obter serviços que podem salvar vidas.

“Cada pessoa conta”, disse o diretor executivo do UNAIDS, Michel Sidibé. “Se vamos manter nossa promessa de não deixar ninguém para trás, temos que ter certeza de que os medicamentos chegam a todos os que precisam.”

O número de novas infecções pelo HIV continua caindo. Havia 2,3 milhões de novas infecções pelo HIV em 2012. Este é o número mais baixo de novas infecções anuais desde meados de 1990, quando aproximadamente 3,5 milhões de pessoas estavam adquirindo HIV a cada ano. O número de infecções pelo HIV caiu mais de 50% em 26 países entre 2001 e 2012, e entre 25% e 49%, em mais 17 países.

Em 2102, 35,3 milhões de pessoas viviam com o HIV; 2,3 milhões contraíram o vírus nesse ano e 1,6 milhão morreram de doenças provocadas pela Aids.

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