Diferenças comerciais devem ser resolvidas com discussão e cooperação, diz chefe da OMC ao G20

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A líderes do G20, o diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), o brasileiro Roberto Azevêdo, defendeu a continuidade de mercados abertos para se ter os benefícios do comércio que, quando acompanhado das políticas domésticas certas, constitui uma poderosa força para o crescimento inclusivo, a criação de empregos e melhores padrões de vida, especialmente quando todos os países trabalham para se adaptar à rápida mudança econômica.

Foto: OMC

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Em conferência de líderes do G20 em Hamburgo, Alemanha, na última semana (7), o diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), o brasileiro Roberto Azevêdo, falou sobre livre-comércio e cooperação ao participar de um debate sobre a resolução de diferenças comerciais.

Azevêdo defendeu a continuidade de mercados abertos para se ter os benefícios do comércio que, quando acompanhado das políticas domésticas certas, constitui uma poderosa força para o crescimento inclusivo, a criação de empregos e melhores padrões de vida, especialmente quando todos os países trabalham para se adaptar à rápida mudança econômica.

Diante da ascensão da tecnologia e da inovação, ele destacou a importância de que os jovens tenham níveis mais altos de educação e de que a força de trabalho se adapte e desenvolva novas habilidades.

Azevêdo ressaltou que a melhor forma de resolver diferenças em questões comerciais é através da discussão e cooperação, pedindo cautela dos líderes tanto na hora de tomar medidas como ao responder a elas.

Segundo o diretor-geral do organismo de comércio da ONU, é preciso que haja comprometimento político e real senso de urgência para chegar a soluções concretas. Ele enfatizou ainda que a Organização Mundial do Comércio (OMC) está preparada para apoiar seus membros, como foi feito com sucesso em ocasiões anteriores.

O diretor-geral relembrou os êxitos que a OMC obteve nos últimos anos, incluindo o Acordo de Facilitação de Comércio, que entrou em vigor em fevereiro deste ano. Azevêdo ressaltou também que a Conferência Ministerial da OMC, em Buenos Aires, será uma importante oportunidade para proporcionar mais progressos.


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