Dia da Malária nas Américas estimula conscientização para prevenção e tratamento da doença

Os mosquiteiros impregnados ajudaram o Acre a baixar o número de casos de malária. Foto: Angela Peres/Secom/Governo do Estado do Acre

Na última quinta-feira (06) foi comemorado o Dia da Malária nas Américas. Estabelecida em 2007 pela Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS/OMS), a data busca estimular a conscientização e a divulgação de informações sobre a prevenção, o diagnóstico e o tratamento da doença que atinge milhões de pessoas no mundo inteiro.

A Região Amazônica é considerada área endêmica da malária, com 99% dos casos autóctones. As medidas de proteção individual e familiar são as formas mais efetivas para a prevenção, uma vez que não existe vacina para a doença. Dentre elas, incluem-se instalar mosquiteiros impregnados com os inseticidas adequados, vestir roupas claras que protejam pernas e braços, usar repelentes no corpo, aterrar e limpar as margens dos criadouros, controlar a vegetação aquática e evitar exposição nos horários de maior atividade do mosquito, do pôr-do-sol ao amanhecer.

O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece gratuitamente a medicação para o tratamento da doença, cujas associações e dosagens variam de acordo com o paciente. O Brasil já obteve progressos na redução dos casos e o Ministério da Saúde acredita que isso se deva ao aumento dos investimentos descentralizados no combate à malária, à capacitação de profissionais e à oferta de tratamento pelo SUS.

O Ministério da Saúde e a OPAS/OMS trabalham juntos a favor do fortalecimento e aperfeiçoamento das políticas públicas para a vigilância de saúde e para a prevenção e o controle da malária no Brasil.