Curitiba combina design e tecnologia para produzir protetores faciais impressos em 3D

Para lidar com o atual surto da COVID-19, a cidade de Curitiba mobilizou sua experiência em design e inovação para começar a produzir protetores faciais impressos em 3D para proteger seus profissionais de saúde.

Os recursos necessários para produzir estes protetores foram captados através de um esforço sincronizado entre órgãos públicos e privados.

O laboratório de fabricação do município, Fab Lab, está produzindo cerca de 220 unidades por dia.

Curitiba, uma das Cidades Criativas de Design da UNESCO no Brasil, é considerada uma referência nacional e internacional em inovação e cultura urbana.

Foto: UNESCO

Para lidar com o atual surto da COVID-19, a cidade de Curitiba mobilizou sua experiência em design e inovação para começar a produzir protetores faciais impressos em 3D para proteger seus profissionais de saúde.

Por meio de uma colaboração entre diversas agências do município, como a Agência Curitiba de Desenvolvimento e Inovação, a Fundação de Ação Social e a Secretaria de Educação, juntamente com instituições do setor privado, foram captados os recursos necessários, que resultaram em uma linha de produção de protetores faciais impressos em 3D. Atualmente, o Fab Lab, o laboratório de fabricação do município, está produzindo cerca de 220 unidades por dia.

Curitiba, uma das Cidades Criativas de Design da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), é conhecida por seus dinâmicos e modernos cenários de design e é considerada uma referência nacional e internacional em inovação e cultura urbana. A cidade se diversificou e fortaleceu seu desenvolvimento econômico através de investimentos estratégicos nas indústrias criativa e cultural.

A iniciativa é um esforço sincronizado entre órgãos públicos e privados na produção desses protetores. Por exemplo, a Maha 3D, uma startup curitibana especializada em fornecer soluções técnicas em impressão 3D, fez ajustes técnicos no modelo de proteção existente para simplificar e agilizar o processo de produção. O município assumiu a responsabilidade de adquirir a placa frontal transparente do protetor facial, e as impressoras 3D usadas no projeto Faróis do Saber e Inovação, que ensina aos estudantes prototipagem e impressão 3D, foram disponibilizadas para produzir os protetores faciais.

A iniciativa chama ainda todas as empresas, laboratórios e indivíduos que possuem uma impressora 3D para que se unam a esse esforço comum e contribuam para ajudar na segurança dos profissionais de saúde enquanto tratam dos pacientes hospitalizados.

Link: https://www.citiesforglobalhealth.org/initiative/curitiba-uses-3d-printers-produce-face-shields