‘Crianças da Síria já sofreram demais e por muito tempo’, alerta chefe do UNICEF

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Em nota emitida no início da semana (4), logo após a circulação mundial de imagens de sírios vítimas de um suposto ataque químico, o diretor-executivo do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), Anthony Lake, pediu o fim da violência e lembrou que, na Síria, 280 mil crianças vivem sob cerco e sem acesso à ajuda humanitária.

Famílias que se deslocaram dos intensos conflitos em Alepo, na Síria, refugiam-se em grande armazém em Jibreen. Foto: UNICEF/Al-Issa

Famílias que se deslocaram dos intensos conflitos em Alepo, na Síria, refugiam-se em grande armazém em Jibreen. Imagem de 2016. Foto: UNICEF/Al-Issa

Em nota emitida no início da semana (4), logo após a circulação mundial de imagens de sírios vítimas de um suposto ataque químico, o diretor-executivo do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), Anthony Lake, afirmou que, se confirmadas, operações “devem fazer mais do que provocar nossa indignação, devem forçar a ação por parte dos que detêm poder e capacidade para acabar com essa violência devastadora”.

“As imagens de crianças sufocando e morrendo nas ruas de Idlib, na Síria, após supostos ataques por armas químicas, são tão horríveis quanto desoladoras. Nossos pensamentos e orações estão com as vítimas e suas famílias”, disse o chefe da agência da ONU.

Lake afirmou também que “as crianças da Síria já sofreram demais e por muito tempo”. O dirigente lembrou ainda que, no país, 280 mil jovens vivem sob cerco e sem acesso à ajuda humanitária.


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