Conselho de Segurança e secretário-geral da ONU condenam ataques no Paquistão

O Conselho de Segurança das Nações Unidas condenou “nos mais fortes termos” os ataques terroristas realizados na sexta-feira (23) na cidade paquistanesa de Karachi e na província de Khyber Pakhtunkhwa, que deixaram dezenas de mortos e feridos. Os atos também foram condenados pelo secretário-geral da ONU, António Guterres, que disse esperar que “os responsáveis pelos ataques sejam levados rapidamente à Justiça”.

Conselho de Segurança da ONU. Foto: ONU/JC McIlwaine

Conselho de Segurança da ONU. Foto: ONU/JC McIlwaine

O Conselho de Segurança das Nações Unidas condenou “nos mais fortes termos” os ataques terroristas realizados na sexta-feira (23) na cidade paquistanesa de Karachi e na província de Khyber Pakhtunkhwa, que deixaram dezenas de mortos e feridos. Os atos também foram condenados pelo secretário-geral da ONU, António Guterres, que disse esperar que “os responsáveis pelos ataques sejam levados rapidamente à Justiça”.

Em comunicado, os membros do Conselho destacaram que “terrorismo em todas as suas formas e manifestações” constitui uma das ameaças mais sérias à paz e segurança internacional.

“Quaisquer atos de terrorismo são criminosos e injustificáveis, independentemente de motivação, lugar, data e por quem foram cometidos”, disseram, ressaltando a necessidade de responsabilizar autores, organizadores, financiadores e patrocinadores de atos terroristas e levá-los à Justiça, em linha com o comentário do secretário-geral.

Membros do Conselho também pediram para todos os Estados-membros da ONU, em concordância com suas obrigações sob a lei internacional e as resoluções relevantes do Conselho de Segurança, cooperarem ativamente com o governo do Paquistão e outras autoridades.

Ao menos quatro pessoas, incluindo dois policiais, foram mortos no ataque de sexta-feira contra o Consulado-Geral da China em Karachi. Três agressores também foram mortos.

No mesmo dia, agressores atacaram um mercado na província de Khyber Pakhtunkhwa, matando ao menos 35 pessoas e ferindo muitas outras.

No comunicado, membros do Conselho também destacaram o princípio da inviolabilidade de perímetros diplomáticos e consulares e as obrigações de governos hospedeiros, incluindo sob tratados internacionais, de proteger perímetros e autoridades.