Conferência internacional debate economia verde em Fortaleza

A economia verde oferece uma série de oportunidades de erradicar a pobreza e apoiar o crescimento econômico, preocupações específicas dos países do Sul Global. Além disso, melhora a inclusão social e o bem-estar humano e cria oportunidades de emprego e de trabalho decente para todos, mantendo o funcionamento saudável dos ecossistemas do planeta.

Para debater o tema, governos, iniciativa privada e sociedade civil de países da América Latina reúnem-se em Fortaleza (CE) na Conferência Ministerial Regional das Américas sobre Economia Verde, que ocorre até esta quarta-feira (26).

Presente à sessão de abertura, a representante-residente do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) no Brasil, Katyna Argueta, lembrou um elemento crucial para garantir que a economia verde tenha impacto positivo na sociedade. “A Agenda 2030 é nossa linha de visão ‘aspiracional’. Assim, a transição para um modelo de economia verde deve estar totalmente alinhada com a realização dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e, portanto, deve ser buscada para o benefício de todos”.

Vista aérea de Fortaleza (CE). Foto: Jade Queiroz, MTUR

Vista aérea de Fortaleza (CE). Foto: Jade Queiroz, MTUR

A economia verde oferece uma série de oportunidades de erradicar a pobreza e apoiar o crescimento econômico, preocupações específicas dos países do Sul Global. Além disso, melhora a inclusão social e o bem-estar humano e cria oportunidades de emprego e de trabalho decente para todos, mantendo o funcionamento saudável dos ecossistemas do planeta.

Para debater o tema, governos, iniciativa privada e sociedade civil de países da América Latina reúnem-se em Fortaleza (CE) na Conferência Ministerial Regional das Américas sobre Economia Verde, que ocorre até esta quarta-feira (26).

Entre os assuntos abordados, estão as capacidades nacionais de transformar a agenda da economia verde de um conceito em uma prática, as políticas e o ambiente legislativo necessários para uma transição sistemática à economia verde e as características de projetos e intervenções políticas para reduzir o risco dos investimentos verdes.

Práticas sustentáveis

No primeiro dia de encontro, o presidente da World Green Economy Organization (WGEO), Saeed Mohammed Al Tayer, associou o crescimento econômico à sustentabilidade. Para Al Tayer, “o sucesso econômico nas Américas está sendo desafiado atualmente pelos impactos da mudança do clima e, se a região tem a necessidade de sustentar seu crescimento contínuo, ela deve mudar de rumo para integrar práticas sustentáveis”.

Presente à sessão de abertura, a representante-residente do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) no Brasil, Katyna Argueta, lembrou um elemento crucial para garantir que a economia verde tenha impacto positivo na sociedade. “A Agenda 2030 é nossa linha de visão ‘aspiracional’. Assim, a transição para um modelo de economia verde deve estar totalmente alinhada com a realização dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e, portanto, deve ser buscada para o benefício de todos”.

O objetivo central da Conferência é criar um ambiente aberto e propício para o compartilhamento de conhecimentos que auxiliem na compreensão sobre tendências e oportunidades para avançar na agenda da economia verde na região.

Além disso, o evento busca criar uma rede estratégica para todos os defensores e atores da economia verde na região, bem como servir de plataforma para adequar as capacidades dos provedores de soluções às necessidades daqueles que as buscam, o que potencialmente levará a intercâmbios práticos de experiências.

O evento é realizado pela WGEO, em parceria com o United Nations Office for South-South Cooperation (UNOSSC), o governo do estado do Ceará, o Brazil Africa Institute (IBRAF), a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima (UNFCCC), o PNUD e a International Solar Alliance.