Comandante da UNIFIL pede fim dos conflitos na fronteira entre Israel e Líbano

Após um encontro com oficiais militares do Líbano e de Israel nesta quinta-feira (02/06), o Comandante da UNIFIL, Major-General Alberto Asarta Cuevas, disse que vai investigar os crimes cometidos em 15 maio, quando 12 pessoas foram mortas durante protestos nas Colinas de Golã e no Território Ocupado da Palestina.

Após um encontro com oficiais militares do Líbano e de Israel nesta quinta-feira (02/06), o Comandante da Força Interina das Nações Unidas no Líbano (UNIFIL), Major-General Alberto Asarta Cuevas, disse que vai investigar os crimes cometidos em 15 maio, quando 12 pessoas foram mortas durante protestos nas Colinas de Golã e no Território Ocupado da Palestina.

“É extremamente importante que façamos o máximo para evitar futuros incidentes que levem a violações da Resolução 1701, bem como prevenir vítimas civis, aumento de tensões e do perigo”, disse Cuevas.

A Resolução 1701 da ONU pede para o fim completo das hostilidades na guerra que já dura um mês entre Israel e o Hezbolah, traçando uma fórmula para a retirada das Forças de Defesa israelenses do sul do Líbano e fornecendo ajuda de até 15 mil membros das forças de paz da ONU para ajudar tropas libanesas a assumirem o controle da área.