Com gibis da Turma da Mônica, projeto leva educação fiscal e financeira a crianças no DF

Promover educação fiscal e financeira para crianças do ensino fundamental. Essa é a proposta do projeto Em Busca do Tesouro, lançado na quinta-feira (3), em Brasília (DF), pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN) em parceria com Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Escola Nacional de Administração Pública (ENAP) e Banco Interamericano Desenvolvimento (BID).

A iniciativa utiliza gibis, revistas e tirinhas digitais da Turma da Mônica para ensinar conceitos de finanças públicas, responsabilidade fiscal e transparência, promovendo o acompanhamento cidadão de políticas públicas desde a infância.

Foto: Albino Oliveira/Ministério da Economia

Foto: Albino Oliveira/Ministério da Economia

Promover educação fiscal e financeira para crianças do ensino fundamental. Essa é a proposta do projeto Em Busca do Tesouro, lançado na quinta-feira (3), em Brasília (DF), pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN) em parceria com Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Escola Nacional de Administração Pública (ENAP) e Banco Interamericano Desenvolvimento (BID).

A iniciativa utiliza gibis, revistas e tirinhas digitais da Turma da Mônica para ensinar conceitos de finanças públicas, responsabilidade fiscal e transparência, promovendo o acompanhamento cidadão de políticas públicas desde a infância.

O evento de lançamento do projeto contou com a presença do cartunista e criador da Turma da Mônica, Mauricio de Sousa, e dos personagens Mônica, Cebolinha, Magali e Cascão, que animaram a festa para alunos de escolas públicas do Distrito Federal. Além das crianças da rede pública, cerca de 300 pessoas de todas as idades prestigiaram o evento.

Maurício de Sousa destacou que o projeto tem a missão de ajudar “cada brasileirinho e cada brasileirinha” a entender melhor as suas contas, cuidar do seu dinheiro e, ao mesmo tempo, fazer com que as futuras gerações se preocupem mais sobre como o dinheiro público é gasto.

“Com a ajuda de todos, podemos fazer um Brasil diferente, mais desenvolvido, mais justo, mais humano e, podem acreditar, alcançar um futuro melhor”, disse.

30 mil crianças beneficiadas

Durante a cerimônia, também foi assinado um Termo de Cooperação Técnica entre a Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEDF), a Subsecretaria de Assuntos Corporativos (SUCOP/STN) e a ENAP, instituições parceiras no desenvolvimento do projeto no Distrito Federal.

A expectativa é levar o método de ensino a até 30 mil crianças, 1 mil professores e 150 escolas da rede distrital a partir do segundo semestre de 2019. A avaliação do impacto dessa aplicação será realizada pelo PNUD.

“É muito importante que a sociedade tenha consciência de quanto paga, como ela paga e para onde vão esses recursos. E, o mais importante, que venha desde a mais tenra idade começar a ter essa consciência”, defendeu o representante da Secretaria Especial de Fazenda do Ministério da Economia, Jeferson Bittencourt.

O secretário adjunto da STN, Otavio Ladeira, destacou os dois grandes objetivos do projeto – melhorar o relacionamento e a comunicação com a sociedade e promover a cultura da responsabilidade fiscal com valor social. “É um grande desafio fazer a sociedade entender que aquele dinheiro gasto não foi bem colocado aqui. É o dinheiro de todos nós, precisa ser bem gasto”, afirmou.

A representante-residente assistente do PNUD, Maristela Baioni, disse concordar: “entendemos que essa formação de gestão fiscal, educação fiscal, educação financeira e controle social é fundamental para a construção de cidadania e de efetiva participação social”.

“Por intermédio dessa formação, vamos ter pessoas mais qualificadas não só para cuidar das suas contas pessoais dentro de casa, da sua vida privada, mas também para atuar de forma cidadã naquilo que é controle da gestão pública”, disse.

Em Busca do Tesouro

O projeto Em Busca do Tesouro nasceu com o objetivo de transmitir didaticamente à sociedade a forma com a qual o Estado brasileiro é gerido a partir das finanças públicas.

Um piloto do projeto já foi aplicado de forma promissora em Goiás, em 2018. Na ocasião, nove escolas do estado, sete delas públicas, participaram, atingindo um total de 732 estudantes.

Acesse o site do projeto para saber mais.